Quando o bebê chega em casa, o instinto materno conduz para os cuidados desse novo ser. Ansiando pelo cuidado adequado, a mãe ou o casal decide colocar a criança no mesmo quarto e até mesmo na mesma cama que eles. Garantindo assim o cuidado extra que imaginam ter que despender ao recém nascido.

Para os pediatras, dormir com a criança pode causar acidentes fatais. “É alto o risco de sufocamento do bebê que dorme na cama com os pais”, diz o pediatra Sylvio Renan, autor do Blog do Pediatra. Para ele, o bebê deve permanecer no quarto dos pais em um moisés ou no carrinho só durante o primeiro mês de vida. “Isso diminui a ansiedade e facilita o aleitamento”, diz.

Mas, se seu filho já tem mais de um mês de vida, não há razões para que ele permaneça no mesmo quarto que seus pais. Há questões subjetivas implicadas também considerada “fatais” pelos psicanalistas.

Ao ocupar a cama dos pais, a criança ocupa outro lugar subjetivo na família que não é o dela. Podemos nos perguntar: quem dorme com a mãe? Porque o pai deve dormir com a mãe? E porque os adultos dormem juntos?

Um casal dorme junto para estreitar a relação, torná-la íntima a ponto de haver relação sexual. Certo?

Então o que uma criança faz na cama de seus pais? Que relação estreita é essa entre mãe e filho ou pai e filho que é necessário dividir o espaço de intimidade, inclusive sexual e do corpo erotizado?

Desde Freud sabemos que há sexualidade infantil e que essa sexualidade passa por fases, onde a criança descobre seu corpo e o prazer que pode obter dele. Ao deitar-se constantemente com um adulto, o mesmo influência nessa sexualidade, com a proximidade demasiada do corpo da criança com o corpo do adulto, podemos ter certeza de algumas consequências- que vão desde insegurança, alterações alimentares e de qualidade de sono até sentimentos de incapacidade, angustia ou fobias.

Ao ser mantida no lugar que não é dela, o lugar da cama que deveria ser do parceiro afetivo  do progenitor, a criança é incumbida, inconscientemente, de ser um parceiro numa posição diferente ao de filho.Vê-se no lugar de seu pai ou de sua mãe e angustia-se pela impossibilidade de ser.  É impossível para a criança ser o adulto que ocupa a outra metade da cama.

Sabe-se que a criança, em determinado momento de sua infância, identifica-se com um dos progenitores. Consegue resolver suas inquietações quanto ao amor despedido hora para um, hora para outro de seus pais. Identifica-se com ser homem ou ser mulher. Como fazê-lo se esta ocupando antes mesmo de sair desse conflito, o lugar designado, na cama, de ser esse homem ou essa mulher? Veja que há uma escolha objetal em jogo e fica muito mais complicado se esse jogo for entre os lençóis de seus pais.

A relação de dependência afetiva também é mantida. A criança que permanece no quarto dos pais, também permanece naquele primeiro mês  de vida onde não podia cuidar-se minimamente. A estada no quarto ou na cama dos pais, assegura-lhe um ser incapaz de crescer e de cuidar-se sozinha.


Mais grave ainda quando a criança já é um pré-púbere. Como amar outra mulher se ocupo o lugar de um homem na cama de minha mãe? O pré adolescente que se encontra ainda na cama de seus pais, além de infantilizado, também se vê proibido de amar um outro que não esteja no triângulo entre ele e seus pais.

Muitos pais se tornam dependentes da estada do filho em suas camas. Causando-lhes fortes dores psíquicas. Tornando-os escravos de uma infância a serviço do desejo do outro. Esses pais desfazem-se de suas vidas sexuais. Um ciclo de dependência e angustia se criam.

A criança ainda pode se sentir tão poderosa a ponto de nortear a vida da família. “Sua majestade o bebê” pode tudo. Decidir o que come, onde vai, o que compra e inclusive quando seus pais terão intimidade e se terão.  O quarto e a cama de seus pais também serão são seu reino e sua coroa.

(Autor: Raquel Romano, psicóloga, psicanalista e psicopedagoga)

(Fonte: http://rrclinicapsi.com.br)

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A busca da homeostase através da psicanálise e suas respostas através do amor ao próximo.



61 COMENTÁRIOS

  1. Preciso de algumas dicas sobre esse assunto pois a nossa segunda filha que hoje está com 7 anos não dorme na nossa cama mas da aquelas fugidas na madrugada e vem até nós e necessita da presença do pai na maioria das vezes,para dormir pois não consegue dormir sozinha me ajude

  2. Estou nesta situação minha filha tem 9 anos e não consegue dormir no quarto dela já não tenho mais vida com meu marido há quase 1 ano nso sei mais o que fazet socorro

  3. Meu filho tem 5anos e so dorme comigo no coixao que eu coloquei no meu quarto e o pai dorme na cama no mesmo quarto. O que devo fazer pq quando chego perto do pai dele ele chora e fica com raiva.?

    • Minha filha fazia isso tbm, ai expliquei para ela q nos eramos namorados e q ela tinha q ficar feliz quando nos visse juntos, pq se a não ficasse com o pai dela, eu teria q arrumar outro namorado e o pai dela tbm ia arrumar outra namorada… Q ao em vez dela ficar brava tinha q vir correndo e abracar nos dois

  4. Você é que devia ir ao psicanalista…. deve ter sérios problemas com intimidade, só pode. Já viu bem a barbaridade que está a afirmar? Sabe um bocadinho de antropologia ou de história? Duvido… Então diga lá como é que os nossos antepassados hominíneos (sim, é assim que se diz) sobreviviam? E que problemas “anormais” teriam as pessoas antigamente? Alguma vez havia quartos separados? A família (que era bem extensa) dormia, basicamente, “toda ao monte”. E depois ainda descarta o síndrome da morte súbita, nem falando do mesmo… Nem que seja por causa deste síndrome, os filhos devem dormir no mesmo quarto que os pais SIM! A generalidade dos pediatras aconselha isso pelo menos até aos 9 meses, exactamente por causa do SMS! Além disso já vários estudos apontam que a respiração da mãe, junto ao bebé, é que incentiva o mesmo a respirar e a não “esquecer-se” desse reflexo. Concluindo: além de a senhora por “macacos” na cabeça das pessoas confundindo amor com sexo, ainda coloca em perigo a vida de um bebé, cujos pais leiam estas barbaridades.

    • Adorei Patricia Silva é isso mesmo, concordo com vc plenamente, coitadas das mães de primeira viagem e q não tem conhecimento das coisas, devem estar se sentindo umas montras, cama compartilhada é sinal de amor, tem coisa melhor q cheirar a cabecinha do seu bebê a noite toda, e outra coisa ; ele terá uma vida pra dormir sozinho e ser independente temos q aproveitar ao máximo!!!!

    • O texto fala de psicanálise que é algo do seculo XX. Na idade da pedra era muito normal pai”cruzar” con filha ou mãe com filho pois os hominídeos eram animais. Agora a menos que os pais estejam separados acho que é bem difícil transar com uma criança em cima da cama. Quanto a morte súbita é um evento raríssimo em uma criança saudável e a única recomendação baseada em estudos é que a criança não deve dormir de bruços. Acho que vc não gosta de psicanálise, mas independente de qualquer coisa uma criança que dorme no seu quarto está trilhando um caminho para uma independência psicologica, muito diferente daquela que não consegue dormir no seu próprio canto. E é claro, o texto não trata sobre bebês.

    • Acho que vc tem razão, Patrica. E o mais importante é o equilíbrio. Com essa consciência, sempre dei gostoso pro meu marido sem interferir na relação saudável com a minha filha, inclusive no sinunho dela. É absolutamente possível criar filhos dentro de regras naturais e saudáveis, mas ao mesmo tempo ter minha intimidade sexual com meu marido. Não preciso abrir mão de ser a putinha dele nos nossos momentos. “Me coma muito, meu amor e me faça gritar!” Isso não me impede de ser mãe exemplar.

      • Quanta classe e elegância… parabéns pelo rico vocabulário. Foi uma ironia ok? Sua resposta chula e cheia de acidez expõe mais irritação do que credibilidade. A partir disso, tenho certeza que tudo o que você falou que faz ou deixa de fazer é falso e que existe alguma frustração por um problema não resolvido.
        Uma dica: quanto mais cedo você admitir pra você mesma o problema que tem e buscar tratamento, mais cedo seu sofrimento acabará. 😉 Boa sorte!

    • Andressa concordo plenamente contigo! Esse texto não tem nenhum embasamento científica para afirmar o mesmo. Basta ler o Livro Besame Mucho do dr Carlos Gonzales onde são listados inúmeros estudos apontando o benefício de dormir junto com os país, essa idéia sexual é totalmente froidiana e portanto, ultrapassada e fora de contexto. Triste textos assim influenciarem os país modernos, pobre dos bebês…

    • Concordo. Infelizmente a cabeça doentia de Freud mantém uma sociedade doente. Ele formulou sua tese baseado no senso comum, por isso ela é tão aceita até hoje, não precisa pensar, está tudo lá.

    • Sou psicologa e psicopedagoga. Minha especialidade sempre foi com crianças e orientação familiar.
      Tirando o risco de algumas ocorrencias graves que podem vir acontecer com o recem nascido que dorme no meio dos pais nao concordo com mais nada
      Ao contrário do que muito profissionais da área medica e educacional falam as criancas que dormem com os pais sao mais independentes, mais afetivas, menos modrosas ou assustada, lidam melhor com frustrações, apresentam menos problemas emocionais na adolescencia e no futuro se dao melhor em suas escolhas amorosas e profissionais. Lembrando que o aconchego da cama dos pais deve ser sempre de muita harmonia e bem estar, do contrário td isso perde o efeito e nao entra na estatística que mostra que “dormir na cama do papai e da mamae so faz bem”
      A crianca por ela mesma vai em buscado seu cantinho, do seu quarto, do seu espaço individual. O que nao pode aconter sao os pais serem dependentes da criança e pedir para que ela durma com eles
      Devido algumas orientacoes rigidas destes profissionais algumas famílias perdem o prazer e a oportunidade de estreitar laços e quando percedem seus filhos cresceram se distanciarame muito pouco se terá a fazer

    • Esse assunto foi por muitos anos estudados por Sigmund Freud! Ela não está falando “macaquices” e sim estudos científicos. Acredite quem quiser! E sofra as consequências quem quiser também!

  5. Meu filho dorme no meu quarto sim pois ele é um bebê onde ja inúmeras vezes engasgo com própria saliva se não estivesse comigo iai agora? Então a controvérsia na minha prática não existe bebê dormir longe dos país

  6. Boa noite, meu filho já tem 7 anos e até agora dorme conosco, o que fazer para mudar isso, como mãe deixo-o dormir conosco e observando a situação, observo que a relação minha com o pai dele já não é como antigamente…

  7. Minha filha tem 9 anos e na maioria das vezes dorme na minha cama e ela não é insegura, é bem extrovertida, não manda na relação, ela sabe pq nos dormimos juntos. Acredito ser mais prejucial a relação homem mulher do que pra minha filha

  8. Hoje tenho 25 anos e ainda bebê fui acostumada a dormir no quarto dos meus pais, cresci mais um pouco e odiava o fato de dormir sozinha, sempre tinha muito medo e necessitava da presença deles pra dormir. O que posso dizer sobre isso? Me prejudicou e MUITO, hoje eu não consigo dormir sozinha, sempre que terminava um relacionamento eu ja procurava outra pessoa pra ocupar um lugar na cama, pq eu nao aguento o fato de dormir ou estar sozinha. Criei um apego muito grande ao meu pai, mas criei um repúdio aos homens, ou seja, nunca tive relacionamento com homens, apenas com mulheres. Tenho muita dificuldade em ambientes novos, lembro-me que quando criança eu ia passar fds na casa da minha amiguinha e sempre que chegava a noite eu choraaaaava pedindo pra voltar para casa, pq so me sentia segura la. Ainda hoje é dificil todas as vezes que mudo de casa eu não durmo na primeira noite, pq sempre me sinto insegura.
    Um conselho aos pais e mães, coloquem seus filhos para dormir no quarto deles, pq vcs não sabem o quanto isos vai atrapalhar quando eles tiverem adultos

    • Oi Bianca, obrigada pelo lindo e dolorido depoimento. Esse é assunto muito delicado, como vemos nos comentários aqui descritos. Freud foi ridicularizado na sua época, ainda hoje há muita ignorância sobre o seu estudo e os avanços nessa área. Um beijo querida.

      • Olha, gente, vou dar o meu depoimento também. Meus pais eram separados, mas eu morava com minha mãe. Dormia com ela muitas vezes na mesma cama, muitas vezes no mesmo quarto. Quando passava um tempo com meu pai, dormia com ele algumas vezes na mesma cama também, mesmo aos 10 ou 14 anos. Dormia no mesmo quarto de primos e primas nas férias, ou em barracas no quintal. E apesar de tudo isso, a relação e o respeito com cada pessoa da família sempre foi natural e delimitada.
        Hoje tenho 27 anos, viajo sozinha muitas vezes, já morei sozinha por um bom tempo, namoro de bem com a vida, mas não morro quando fico solteira.
        Eu acredito que o fato de compartilhar a cama ou o quarto influencia somente a partir do momento em que não existe um diálogo franco entre pais e filhos em relação à sexualidade (e isso desde cedo).
        Bianca, não acho que seja uma doença você não gostar de dormir sozinha. Muita gente costuma ter dificuldades com ambientes novos, de não dormir a primeira noite numa casa nova por medo. Acho muito saudável você ser bem apegada ao seu pai, como também optar por se relacionar apenas com mulheres, seja um relacionamento de amizade ou relacionamentos sexuais. O fato de não suportar os homens é que eu acho que você poderia buscar uma ajuda pra superar isso, mas também acredito que seria ingenuidade demais dizer que não suporta homens por ter compartilhado na infância a cama com seus pais… Bianca, você é normal, querida! =)

    • eu n dormi com meus pais, e hoje em dia (com 35 anos) não consigo dividir a cama com mais ninguém. então, qual trauma eu tenho? e desde pequena tenho problemas com o escuro. n consigo dormir no escuro, se n tiver nada de claro eu n durmo, então devo culpar meus pais por esse “trauma”, uma vez que nunca dormi com eles?

      baboseira esse texto isso sim…

      acho que cada um deve criar seus filhos como quiser, ou em cama compartilhada ou em seu proprio quarto, desde que a criança saiba e sinta que é amada

    • Oi!
      Sempre dormi no meu quarto. Pedia pra dormir com minha mae e ela nao deixava, dormia com o marido (nao era meu pai). Tinha muito medo! Demorava horas pra dormir. Acordava asustada. Por um tempo tentava invadir a cama da minha irmã. E eu tive muitos problemas com relacionamento tb, queria sempre dormir junto, tbm odiava qnd minha cama ficava vazia. Bianca, vamos lá:
      voce tem que resolver sua questoes e nao culpar uma noite de sono aconchegada com seus pais. Ja ta adulta pra ficar tentando explicar todo e qualquer problema a partir da sua infancia, né? E se aceite lesbica, meu deus! Ta toda travada aí, ta tudo bem!! Faça meditação, yoga, exercicios de repiração pra acabar com essa ansiedade, se descubra pra poder ser feliz sozinha e só depois tenha um relacionamento. Se acha que está com mulheres por isso, vá descobrr sua sexualidade. Deixa o passado pra lá. Tbm tive problemas por dormir sozinha quando queria um aconchego de mãe , mas já tenho 26 anos e autonomia pra resolver esses traumas. Sem culpar os outros e sem rancor. Se conheça, se fortaleça, se cuide.
      Meu filho dorme na cma dele, mas sempre que pede pra vir pra minha na madrugada eu deixo. Nao é todo dia , ele dorme bem, é uma criança. E quando for adulto, ajudarei a superar o que for necessario. Um abraço.

    • Vc se tornou homossexual porque dormia no mesmo quarto que seus pais????? Essa é novidade, se tem gente por aí procurando a absurda “cura gay”, vc já tem a resposta, é só dormir sozinha no quarto desde bebê.

      • É isso mesmo! Uma relação saudável é a dois, não a três. Se a mãe está carente, deve primeiramente ser capaz de reconhecer isso, e buscar uma forma saudável de preencher o seu vazio. Talvez as pessoas precisem de mais orientação sobre suas atitudes, conhecer mais sobre o ser humano e o seu desenvolvimento, para poder tomar consciência de suas falhas e aprender, crescer, evoluir, etc… As colocações feitas não estam condenando ninguém a meu ver, mas alertando sobre algumas das passíveis consequências destes comportamentos. E porque não podemos ser melhor hoje do que ontem? Ter coragem e a humildade de admitir uma falha é uma virtude humana, uma qualidade enorme de quem tem a inteligência de perceber que é capaz de se superar e evoluir. Excelente texto, devem haver mais como este para ajudar a todos nós a ampliar a nossa percepção das coisas. Parabéns!!! De vez enquando faz muito bem a gente ler o que precisa e não o que quer…

  9. Tenho duas filhas, uma de 2 e uma de 5 anos. Não são todos os dias, mas frequentemente dormem em minha cama, e as vezes a mais velha vai para o colchão, outras ficamos os 4 na cama. E elas são super independentes, até demais, as vezes.
    A conotação sexual que você coloca no texto é absurda!! Amor não se confunde com sexualidade!!
    Sou a favor da criança se sentir amparada, amada e segura, se dormir sozinha no quarto não traz isso a ela não tem por que deixa-la sentir-se com medo, angustiada e insegura. Isso sim vai prejudica-la no futuro! “

  10. Olá, Bianca
    Tomei a liberdade de responder seu comentário porque entendo o viés histórico que você abordou, mas sobre o texto da psicóloga, toda sua narrativa foi baseada na teoria da psicanálise freudiana. Ou seja, de acordo com o que a psicanálise propõe, o texto está absolutamente coerente.

  11. Raquel,
    Gostei muito de como você conseguiu escrever em poucas linhas e de maneira tão objetiva, uma teoria tão complexa. Mas acho que nós, psicólogos e psicanalistas, devemos ser muito cautelosos quando pautamos nossos exemplos na teoria psicanalítica, porque abre-se margem para interpretações preconceituosas. A psicanálise é belíssima e para nós, que a conhecemos para além do senso-coum, ela faz sim, todo o sentido. Mas para as pessoas que nào têm um conhecimento prévio sobre a teoria, ela pode parecer absurda, desconexa e, por fim, ser empobrecida e banalizada.

  12. Gente! acredito que os prejuízos não são imediatos, eles irão aparecer ao longo da vida, no enfrentamento de situações adversas. Nem sempre são compreendidos e diagnosticados, podem se passar uma vida inteira procurando respostas.

  13. Olha…a mente do ser humano é realmente uma caixinha de surpresas. “Traumas ou qualquer outro nome a ser dado” pode acontecer sim, na maioria dos casos, e dormir na cama dia país é um deles sim! Há anos vejo essa influência no desenvolvimento humano. História evolui!!! Estudos existem!!! Imaginem se ficassemos presos ao passado: não teríamos a internet agora para utilizar. Precisamos evoluir, acompanhar as mudanças. Reflitam antes de julgar os estudos comportamentais e psicológicos. Precisamos de mais amor, até para expor nossas opiniões, mesmo que contrárias! Pra finalizar. Meus filhos foram para seus quartos ainda bebês, são seguros, respeitam a minha privacidade com o pai. Não foi fácil, mas valeu a pena.

  14. Texto simples, mas muito esclarecedor. Uma pena as pessoas não entenderem Freud como um grande contribuidor para o desenvolvimento da psicologia. O fato de existirem mais malefícios do que benefícios da cama compartilhada é o que motiva textos como esse. E sim, é muito comum chegar aos consultórios crianças e até mesmo adultos com reflexos desse hábito. Obrigada à autora por proporcionar-nos essa leitura.

  15. Na minha infância eu dormia com meus pais e ainda dividia a atenção com meu irmão gêmeo. Sou bem normal. Sem problemas nenhum. E hoje meu filho tbem dorme comigo e com meu esposo.

  16. Eu durmo com ambos os meus filhos e este género de artigo da-me sempre vontade de rir. Porquê? Porque fico sempre com a sensaçao que quem escreve essas coisas está apenas a debitar material dado por um professor bolorento na universidade…. Dormir é apenas dormir. Quando dormimos damos uns roncos ocasionais e soltamos uns gases inconscientes…. Sexo?? Hein? Eu não faço isso no quarto. Deitada. É aborrecido. Faço no sofá ou na casa de banho. Significa que não posso ver televisao no sofá em familia? Ou dar banho aos meus filhos na banheira? Sexo é sexo. Dormir é dormir. Coisas diferentes

  17. E o conselho de por o bebé no seu quarto com um mes de idade vai contra TODAS as recomendaçoes actuais. o bebe deve ficar no quarto dos pais até aos 6 meses porque baixa o risco de morte subita do lactente. É um facto. Não ponham a vida do vosso filho em risco só porque decidiram dormir com freud. Alias toda a gente sabe que freud levava tudo para a cueca….

  18. Sei que parece exagero o texto, mas é verdade. Seu filho pode não apresentar todos os “sintomas” de uma criança que não conhece seu lugar como filho, ou que mostra muito preferir um dos pais, talvez não seja uma criança que morre de medo de dormir sozinha e pareça muito independente, mas seu caso pode ser só uma exceção, pois a maioria das famílias vai apresentar algum problema MESMO QUE O PROBLEMA NÃO SE MOSTRE NO SEU FILHO E SIM NO SEU CASAMENTO!
    Algumas mulheres depois que se tornam mães querem ser apenas mães e esquecem que ainda precisam ser esposas.
    Deve ser difícil tirar seu bebê de perto de você, mas acredite é melhor assim! Faça pelo bem do seu filho!!
    Sempre dormi com minha mãe e por uma fase eu pedia meu quarto, mas quando eu o ganhei não queria usá-lo, sentia medo de dormir sozinha e adivinha? Até hoje eu sinto. Além disso sou uma pessoa bem insegura ( talvez seja esse um dos fatores que contribuiu com minha insegurança.)
    O casamento da minha mãe nunca foi bom tbm. Hoje eu sei que um casal precisa estar junto mesmo que haja mágoas, precisam estar sozinhos entre quatro paredes TODA NOITE!! Mesmo que seja só pra ocupar a mesma cama. Mas toda noite o casal tem que ter seu momento.

    • Não…. mulheres não precisam ser esposas. Elas o são quando querem. O mundo não obriga ninguém a precisar ser nada. Se depois da maternidade ela não quiser mais o papel de esposa, ela está no direito dela. Se o marido sente falta de sua amada, ele que rebole para reconquistá-la. Muitas vezes percebe-se que depois dos filhos, o que antes não se via no marido agora fica exposto. O puerpério é cru e mostra com clareza quem as pessoas são. Muitos homens apresentam o machismo que antes estava escondido enquanto eram os centro de nossas atenções. E na chegada de um bebê não percebem que precisam sim dar espaço. E muitas vezes, muitas mesmos, mulheres se desencantam o com apresentado. E o casamento acaba. Então, não… ninguém precisa lembrar de ser esposa. Somos quando queremos. Isso não é uma obrigação. É um desejo em sê-lo.

  19. Nunca escrevi nada aqui, mesmo discordando de alguns textos e tendo uma visão um pouco mais esclarecedora a cerca dos temas abordados pois sou profissional da área há 30 anos. Porém sou obrigada a confessar que o primeiro comentário de uma leitora criticando a pessoa que escreveu o texto me deixou tão mais esperançosa sobre o fato de existirem pessoas mais esclarecidas e conscientes da leviandade de alguém que posta aleatoriamente algo deste tipo, sem pensar que pessoas irão ler e podem tomar como verdadeira informações disturpadas. Pergunto a essa pessoa se ela sabe que para os orientais quanto mais tempo os filhos dormirem com os país mais seguro ele se tornará??
    Que dormem em uma espécie de tatame para poder caber todos seus filhos? Não sejam cegas e pesquisem antes de acreditar em informações errôneas.

  20. Eu concordo com Raquel. Embora ache mais seguro minha filha dormir comigo até próximo 1 ano. Pois tem refluxo e tenho receio de deixa-la em outro quarto. Mas ela dorme no carrinho ao meu lado. A cama apenas para mamar e já devolvo no seu espaço. Sou contra Essa coisa de cama compartilhada. Se nossos anscestrais dormiam juntos, era uma outra questão. Nem se compara com a de hoje e a quantia de informações que temos. Cada vez mais os pais estão perdendo espaço e dando autonomia aos filhos.
    Quarto do casal é do casal. Não só sexualmente mas no momento de intimidade, de terem seu território restrito p conversas e discussões quando necessário.
    Esta se perdendo os valores familiares e cama compartilhada a meu ver ajuda muito essa perda.

  21. Acho que o mito da cama compartilhada tem uma série de aspectos que estão misturados mas que precisam ser questionados em separado:
    1. O sexo em si. Óbvio que ele modifica e diminui. Não transamos como coelhos 7 vezes por semana quando estávamos solteiros, jovens e sem filhos. Maturidade faz isso. Diminui quantidade e dá um super up em qualidade, desde que saibamos nos adaptar às novas realidades.
    2. A tal da atenção ao marido / companheiro (a)…. Porra…. quem precisa de atenção logo após o nascimeno somos nós e o bebê. E isso é fato e ponto. Não tem nem discussão. Puerpério, uma nova vida se instalando. Acho que isso chega a ser uma questão feminista e de empoderamento. Não é hora de dar atenção ao adulto que nos relacionamos e resolvemos ter um filho com. Essa hora é nossa. Esse tempo nos pertence. Na boa…. homem adulto não fica de mimimi clamando por atenção no nosso período mais vulnerável! Embora saibamos que TODOS pedem e reclamam disso. Mas é questão de empoderamento. E de entendimento do parceiro(a). Não casamos com meninos (as) carentes. Casamos com Homens (ou Mulheres). Que nessa hora devem mostrar a que vieram na relação. Homem que pressiona nessa hora é homem para ser literalmente jogado fora. Pois prova ser uma relação abusiva e que vc nunca percebeu até então. Ja comentei antes não lembro com quem: Vc só conhece o cara que está ao seu lado depois do nascimento. Nessa hora é que vc vê quem é quem na realidade crua do puerpério e nas vicissitudes de uma nova e completamente transormadora vida.
    3. Bebês precisam de atenção. Sim, eles precisam sim. Não nascem sabendo mamar, falar, dormir, nada vezes nada. Quem vai suprir tudo isso é vc. Ponto e fato. Melhor aceitar que dói menos. O início é difícil, pois é uma vida tão indefesa que vc é compelido a se diminuir para dar voz e vida a esse novo ser. Mas tudo tem sua recompensa. Tudo tem seu tempo. Logo vc recuperará o tempo de fazer xixi e escovar os dentes. Venhamos e convenhamos que nunca mais os fará sozinhos… mas tudo na vida é questão de adaptação para ver a beleza de tudo isso. Quem nunca teve filhos não entende. Só vê o lado ruim. Mas acredite…. existe o lado bom disso. Nunca mais fiz xixi sozinha. E nunca ri tanto enquanto faço xixi desde então.
    4. Cultura machista travestida de feminismo barato que nos pressiona a sermos mulheres ativas e sexualmente fogosas logo depois de parirmos (ou termos nossas cirurgias) diante do nascimento. Isso é coisa de Marie Claire, revista Contigo e Nova. Nada mais machista. Nada mais perturbador. Somos mulheres enquanto mães? ÓBVIOOOOOOOOOOOOO. Mas tudo na vida precisa do seu tempo para recuar e aflorar. Quem me disser que tá mega fogosa logo depois do puerpério, tá mentindo. Tá porra nenhuma. Estamos cansadas pra cacete. E vai por mim, se o marido, ou companheiro (a) for participativo, ele também está exausto (a). Ninguém quer sexo. Todo mundo que é dormirrrrrrrrr
    5. Maternar e paternar: Dá um puta trabalho. Ser mãe e pai é mole. Isso qualquer um consegue. Maternar e paternar é que é o foda. Porque é o caminho mais difícil, tem muito mais curvas, exige muito mais não apenas do físico, mas do seu emocional e da sua inteligência. Vc se preocupa mais com o mundo. Vc pensa globalmente coisa que até então nem sequer passavam pela sua cabeça…. Sabe a estória da tangerina que estava sendo vendida em bandejinhas de isopor… Pois é…. isso passa de forma crítica na cabeça. E com a Ma(pa)ternagem vem uma série de decisões chatas e trabalhosas…. alimentação, chupeta, mamadeira, criação com apego, e a cama compartilhada.
    6. A cama compartilhada em si. Vou dizer que não considero a oitava maravilha do mundo. Sou espaçosa na cama e Isa tira todo o meu conforto. Mas dá muito menos trabalho para amamentar. Nos três primeiros meses qualquer bebê precisa estar agarrado na mãe. Fato. A estorinha da independência é uma balela fora de tamanho. Ninguém no mundo é independente de pessoas. Eu não sou e vc não é tb. Por isso vivemos em sociedade. O que aprendemos é a sermos autônomos. E isso, vem com o tempo. Quando deixamos de ser bebês. E isso não acontece assim no estalar dos dedos. Então a cama compartilhada pode até não ser a maravilha universal, mas ela facilita a vida familiar.
    7. Preciso falar de Freud. O cara é o pai da psicanálise. Fato. Mas ele graças aos Deuses não é o dono da psicanálise. À época de Freud, mulheres não tinham autonomia nenhuma, sequer um orgasmo. Éramos domesticas e escravas sexuais…. Não existia uma cultura que nos levasse a sério. Então paremos e pensemos: TUDO o que Freud escreveu está a mercê da cultura da época ao qual ele tb foi criado. Precisamos de uma nova psicanálise muito mais moderna e atual antes de mencionarmos Freud.
    Meu conselho depois de tudo isso: Pense criticamente antes de considerar ou não a cama compartilhada. Conversem com outras pessoas. Com quem fez e deu certo e com quem fez e não deu. Vejam as nuances. Os limites e principalmente os períodos praticados.
    Aqui em casa foi Isa conosco até o 1o. mês na cama…. Depois passei pro bebê conforto ao lado da cama por conta do refluxo e para que eu pudesse me esticar melhor. Com três meses levei ao berço no quarto dela. Como me arrependo disso. Ela nunca dormiu tão mal e nós aqui também. Mas descobrimos o quarto montessoriano. Isa dormiu muito melhor. Adeus berço para nunca mais ser usado. Isa começa a noite no quarto dela. Ela depois que começou a se movimentar quando acorda vem pro nosso quarto. Acolhemos TODAS as vezes. Quem nos conhece sabe que ela nunca foi de dormir mais que duas horas seguidas. De vez em quando colocávamos de volta no quarto. Issso sempre foi de acordo com a nossa própria disposição de sono. Muito cansados: fica aqui mesmo.
    Isa hoje tem 17 meses. Acorda (graças aos Deuses!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) uma vez por noite…. pra mamar. De vez em quando botamos de volta no quarto. Outras ela dorme conosco mesmo.
    Advinhem com relação a sexo??????????????? Olívia não veio do Espírito Santo…. posso jurar isso.

  22. Uma criança sempre estará melhor com os pais, na minha família somos aspetos da cama compartilhada a gerações, eu e meu irmão sempre dormimos junto com meus pais, hoje somos pessoas bem resolvidas, bem sucedidos, sem traumas e com uma ligação maravilhosa. Criamos nossos filhos da mesma maneira, meus filhos dormem comigo e meu marido sim, tenho um com 5 anos e outro com 5 meses, quando eles quiserem e se sentirem seguros vão dormir no quartinho deles. É quanto ao sexo, porra, a casa é grande, usamos a imaginação,sexo não se resume ao quarto né, e sim temos uma vida sexual bem ativa. Não troco a tranquilidade de ter meus filhos no meu quarto por nada, sei que dormem bem e sem medos.

  23. A autora tirou essas idéias de livros de pedagogia infantil alemaes da décade de 40? Quanta bobagem. Quanta psicologia de araque. Desde os primórdios da humanidade famílias e clas dormem juntos no mesmo espaco. Escutar a respiracao dos pais acalma bêbes e criancas pequenas. Há uma indicacao para colocar recém-nascido ou bebês em quarto separado: se os pais sao fumantes!

  24. Concordo com a autora. Óbvio que pra toda regra existe exceções. Se a criança tem refluxo ou algum outro probleminha pode e deve ter esse tempo estendido. No berço ao lado da cama. Realmente criancas criadas assim, EM GERAL, ficam possessivas, ciumentas e inseguras. Não suportam muitas vezes nem pequenos contatos dos país. Existem exceções? Claro! Mas em geral é isso que ocorre. Infelizmente o que se vê cada dia mais são filhos reis que mandam na casa. E pela falta de sabedoria principalmente da mãe afastam os país daquilo que é o casamento. Não é só sexo, é afinidade, toque, é o momento de adulto…. Simples assim. Cada um no seu lugar.

  25. A vida é tão curta pra não deixar filhos dormirem na cama com os pais… Por teorias assim, perdi os melhores e irreversíveis momentos com meus filhos.

    Insegurança e dependencia não tem nada a ver com cama compartilhada, mas sim, com a relação que os pais tem entre si e com o filho.

    E os fatos comprovam que:
    Há crianças que dormem com os pais e são seguras e independentes, bem como há crianças que dormem sozinhos e são inseguros, medrosos e dependentes. E ai? Nem tudo é pau pau pedra pedra…

    O que mães e pais não podem é deixar que ditem regras sobre a educação dos filhos.

    Por seguir essas aterrorizantes teorias, limitei meus filhos. Perdi delícias da maternidade por não ouvir minha intuição. Hj me arrependo. Sou completamente à favor da educação por apego como fazem as mulheres judias, e, educação positiva como fazem as francesas. Liberdade para criar nossos filhos como acreditamos ser o melhor. Ninguém tem o direito de dizer como uma mulher deve criar seus filhos, nem mesmo Freud.

    Aposto que ele era doido pra dormir na cama com os pais e foi reprimido no seu desejo, criando então essa teoria pra deixar as mães piradas .. graças a Deus a vida não se resume em complexo de édipo. 🙂

    Mas é aquele negócio, cada um faz como quiser..
    Beijinhos

  26. Tudo que envolve o comportamento humano é muito complexo.
    Não foi o primeiro artigo que li sobre o assunto, no qual há tantos comentários ofensivos aos autores, entristece por vermos quantos de nós tem uma intolerância tão grande à contrariedades e frustrações.
    Concordo com a colocação que fatos acontecidos na mais tenra idade muitas vezes vai mostrar suas consequências muito depois. Não viemos com manual de instruções.
    Abc.

  27. Olá, eu concordo plenamente com o texto …tenho duas filhas uma de 7 anos outra de 2 e ambas dorme em seus quartos desde seus 2 meses de vida, isso não quer dizer que eu não as amo pelo contrário com essa atitude demonstrou a elas que lá é o lugar delas dormirem, que por sinal foi feito com muito carinho e dedicação. Quando uma criança nasce ela deve entrar no ritmo da família e não a família no dela….sem contar que meu relacionamento com meu esposo ( pai das duas) é cada vez melhor.
    ( Estudante de Pedagogia).

  28. Achei esse texto uma grande besteira. Só bobagens, meus filhos dormiram na minha cama até qdo quiseram e se se sentiram seguros para deixá-la. Qdo eu não quis q ficassem lá, nunca tiveram problemas em ir para seus quartos. São seguros, amados e super bem resolvidos com seus namorados e namoradas e não possuem nenhum tipo de problema. Tem gente q fuxica e inventa coisas demais com esses textos de pseudo ajuda. Péssimo.

  29. Nossa, esse artigo é maravilhoso! Sempre achei RÍDICULO esse negócio de cama compartilhada. Além de perigoso, pois alguém pode esmagar o bebê/criança sem querer durante o sono.
    Sinceramente, acho que muitas dessas mães que ficam com essa frescura de colocar o filho para dormir junto está, mesmo que inconscientemente, fugindo de ter sexo com o marido. Como alguém vai transar com uma criança dormindo ao lado?? Dizem que podem fazer em outros lugares. Será?? Como essa dedicação excessiva ao filho, será que sobra tempo?? No fim, esse mimimi todo acaba sendo até prejudicial para a criança, pois ela não aprende a dormir sozinha e fica infantilizada, como pontuou a Dra. Raquel.
    Pra mim, essa cama compartilhada não passa de uma modinha idiota inventada por mulheres que vão criar filhos superprotegidos e mimados.

  30. Excelente texto. A autora demonstra conhecimento e segurança com o assunto. Freud é criticado negativamente e taxado de ultrapassado por quem não compreende suas teorias. E diga-se de passagem que as teorias freudianas, em sua maioria, nem guardam tanta complexidade na compreensão, como as de Lacan, por exemplo. Posso afirmar, quase com a mesma certeza de que estou vivo aqui digitando: quem rotula Freud e suas teorias de ultrapassados ou algo demasiadamente sexual (sentido vulgar), não faz a menor idéia do que está falando e certamente está sofrendo e revoltado por ter sido desmascarado por alguma de suas teorias.

    Parabéns à autora e ao sute e obrigado por compartilhar tão gentilmente o seu conhecimento.

    Por outro lado, não se pode deixar de pontuar os comentários das visitantes do blog com essa postura típica de “haters” de demonizar e ofender articulistas, quando não concordam com o assunto. Eu tenho muito cuidado com pessoas que reagem tão energicamente a determinadas opiniões. Pra mim, uma explosão verborrágica significa fúria por ter sido desmascarado o causador de um problema, ainda que esse problema tenha sido causado inconcientemente. Em suma, tem muita gente irritada com a verdade precisando se tratar, mas se recusa a admitir por ignorância ou preconceito.

    Quanto a essas mães que 1) batem no peito e dizem que dormem com os filhos na cama e que tém uma vida sexual fantástica, ou 2) as que se colocam na defensiva se sentindo ofendidas com a alegada insatisfação dos maridos que tiveram a atenção dividida após o parto (se esses caras cobram atenção das mulheres e não colaboram, são de fato uns babacas), só tenho uma coisa a dizer: vocês e/ou os seus filhos, mais tarde baterão na porta de um (a) psicanalista pedindo socorro. E podem ter certeza que serão bem recebidas. Namastê.

  31. Eu penso que não existe nenhuma teoria 100% eficaz contra relação ao comportamento humano. As mães que falaram acima que o bebê precisa ter o seu quarto e não abrem mão disso, certamente devem ter tido uma babá pra ficar com o bebê durante as noites porque eu duvido que uma mãe levantava tranquilamente de 2 em 2 horas para dar mamar e colocar a criança novamente para dormir e se sentia revigorada no outro dia, inclusive para uma noitada de sexo.
    Outra coisa. Tão bom culpar as mães que “colocam o filho na cama” para não terem sexo… Mas cadê que o pai levanta de noite para ninar a criança que acorda 4 ou 5 vezes?

  32. 9 anos? Nada normal e tira a intimidade do casal.
    Agora, para as mulheres frias que não veem prazer em uma relação sexual homem/mulher, é uma bela desculpa para fugir do marido e não ter relações. Estas sim, merecem levar um belo par de chifres!

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