O conceito de dar e receber é algo que atualmente esquecemos, pois vivemos na sociedade de maneira cada vez mais individualizada e autônoma.

Talvez tenhamos mais presentes quando damos aos outros, pois sacrificamos parte de nossa liberdade a seu favor e esperamos um retorno em troca, às vezes expectativas que nos levam ao desconforto e a consideramos as doações injustas e subvalorizadas.

Mas não percebemos que o mero ato de doar nos beneficia, pois, ao compartilhar algo ou desistir de parte de nós, ficamos ricos por dentro.

Não importa se essa pessoa a aprecia, valoriza ou devolve, o que importa é a experiência de dar a outra parte de si mesmo, contribuindo assim para sua vida, sua experiência, sua história e sua pessoa.

Do mesmo modo, mal paramos para ver e valorizar tudo o que as pessoas ao nosso redor nos deram.

E este pode ser o primeiro e único passo que podemos dar para criar uma mudança global individualmente que promova maior conscientização sobre o que contribuímos um para o outro.

Porque, embora possa não parecer, é muito, e um dos maiores erros que temos sobre isso vem do nosso papel de criança.

Depois que ouvi você dizer “você não deve nada a seus pais, eles cumpriram o que era seu dever como pais”.

E não se trata de lhes dever alguma coisa, mas de agradecer por terem sido por nós e por nós quando não tínhamos ferramentas suficientes para funcionar sozinhas no mundo.

Que eles sempre fizeram o melhor que podiam ou sabiam.

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*Texto traduzido e adaptado com exclusividade para o site Fãs da Psicanálise. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.

(Fonte: mundopsicologos)

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