Trecho de uma palestra sobre Hamlet, no programa Café Filosófico, da TV Cultura, em que o professor de História, Leandro Karnal, faz uma reflexão sobre a percepção simplória das pessoas sobre a corrupção. “Há uma categoria de pessoas, que são ‘as pessoas felizes’. No Brasil, essas pessoas acreditam profundamente que a corrupção está a cargo de apenas um partido. Elas acreditam que bastasse tirar este partido do poder, para que o reino da justiça e da igualdade se instalassem no país. Essas são pessoas muito felizes”, ironiza.
O professor explica que esta categoria de pessoas, se enquadra no “culto da corrupção isolada”. E explica que segundo a concepção hamletiana, a corrupção começa na microfísica do poder. Karnal cita exemplos do cotidiano, bastante comuns para os brasileiros.
Segundo Leandro Karnal, Hamlet é uma peça sobretudo política. Escrita por William Shakespeare, entre 1599 e 1601, o personagem principal, Hamlet, é um príncipe que anuncia haver algo de podre no reino da dinamarca. E a partir disso, “investiga as mazelas no seio da própria família. Essa consciência hoje tem um paralelo com a democracia, afirmou. Ela traz a consciência do que somos”. O problema, disse, é que esse espelho é desagradável.
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