Quem é que não gosta de ser elogiada depois da conclusão de uma tarefa ou mesmo pelas coisas corriqueiras do dia a dia, como um prato bem feito ou uma produção bacana com o vestido novo?
Por vivermos numa sociedade com grandes tendências críticas para os erros, perdemos muitas vezes o contato com nossa natureza essencial para a valorização das conquistas (mesmo as pequenas) e o elogio espontâneo.
O elogio é fundamental para a formação de qualquer ser humano, um dos principais ingredientes para a construção da autoestima e da segurança.
Quando pequenos, se sentimos que nossos pais não aprovam ou não valorizam nossas conquistas, perdemos a confiança em nosso potencial.
Durante a infância, é necessário que os pais estejam atentos para elogiar os filhos pois, assim, eles desenvolvem firmeza diante as situações da vida.
Com o passar do tempo é natural e ideal que essa necessidade de reconhecimnto externo constante diminua, pois filhos que tiveram este quesito bem cuidado pelos pais desenvolvem uma autoimagem positiva e segura, podendo reconhecer internamente o seu valor.
Embora a percepção do próprio mérito cresça, saber moderar as críticas é sempre importante em qualquer fase da vida, para com os outros e consigo mesma.
Esses dias uma amiga estava frustrada porque não conseguira ainda atingir seu peso ideal. A nutricionista recomendou que ela pegasse as fotos antigas, de um ano antes. Assim que ela o fez, percebeu o quanto havia caminhado e quantos (muitos) quilos já havia perdido.
Se com nossos filhos o elogio tem que estar sempre presente, com nós mesmas, não pode ser diferente.
Muitas vezes somos tão severas e críticas internamente que nos tratamos de maneira rude como jamais trataríamos alguém: “Ai sua gorda! Quanta celulite…” “Ai como sou burra!”.
Você fala assim com alguém? Se fala, mesmo que só com você mesma, deveria rever o seu modo de viver, pois não há relação ou autoestima que se sustente desta forma.
Quando as críticas forem de alguma forma necessárias, pondere a forma de falar, sugira junto alguma solução em vez de só apontar o defeito.
Com amorosidade, o elogio torna-se mais fácil, assim como o caminho para o coração das pessoas e, assim, para a paz.
Namastê!
(Autor: Andrea Alves, terapeuta ayurvedam professora de yoga e yogaterapeuta, arquiteta de formação)
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ELOGIO PODE LEVAR À LISONJA OU BAJULAÇÃO. PREFIRO A APROVAÇÃO, O ESTÍMULO, A CONFIANÇA A APRECIAÇÃO DE UM ATO, UM TRABALHO, UMA PESSOA.