Por vezes as convenções sociais nos obrigam a aceitar fatos e coisas das quais não estamos confortáveis. Uma das habilidades mais transformadoras — tanto no profissional quanto no pessoal (SILVA, Fausto) — é aprender a dizer “não” para o que não vai de encontro com os nossos objetivos e crenças. Essa pequena palavra pode ser libertadora.
Na maioria das vezes o “sim” é mais fácil e confortável do que o “não”.
Você trabalha numa grande empresa e depois do trabalho todos vão para um happy hour. Você não está afim. Quer ir pra casa e ficar com sua família. Ficar com as pessoas que você realmente ama e se importa. Pela convenção social, seja por medo de ser colocado de lado no grupo ou por não querer ser o único a não ir no tal evento, você diz “sim”. Os minutos não passam. Você ri de piadas sem graça. Acena com a cabeça para histórias que você não quer ouvir e nem prestou atenção, já que seu pensamento está em outro lugar. Já se passam 3 horas. Você pensa que perdeu 3 horas da sua vida.
Pense que nosso tempo é limitado. Nossa vida é limitada. De 3 em 3 horas desagradáveis, imagine a quantidade de vida desperdiçada durante 1 ano com coisas que você queria ter dito “não”?
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Para criar um hábito você precisa de uma meta. Para alcançar a sua meta você precisa dizer “não” para aquilo que não vá de encontro ao seu objetivo e lhe faça perder o foco.
“Precisa conseguir falar ‘não’ pra agenda das outras pessoas e focar na sua. ‘Não’ para todas as distrações que vão acontecer ao seu redor e automaticamente falar ‘sim’ pros seus maiores objetivos. Sempre vão surgir propostas, vontades, oportunidades, mas não dá pra gente querer abraçar o mundo, infelizmente. Por isso, não adianta você embarcar em toda oportunidade que aparecer… você tem sempre que pensar se isso afeta sua meta maior, se vale a pena dividir seu foco e sua energia com outra coisa”. (GOFFI, Gabriel)
Isso faz sentido pra você?
Quando entendi esse conceito ao ler as biografias de Steve Jobs e Warren Buffett e, mais recentemente, com os vídeos de Erico Rocha e Gabriel Goffi, passei a ser mais feliz comigo mesmo. Inevitavelmente durante o dia você terá que fazer coisas que não gosta ou que não estão de acordo com seu objetivo maior apenas por obrigação, mas, quando tiver a opção de dizer “não” para aquilo que não lhe faz feliz, diga sem medo. Pare de sofrer por antecipação.
Naquele exemplo do happy hour provavelmente estaria tudo bem entre você e seus colegas no dia seguinte. Nossa mente nos prega peças. Passamos boa parte da nossa vida tentando ser aceitos. A sociedade nos molda para isso, não pense que o problema é com você. Mas, quando você tem consciência de onde quer e pode chegar, cabe apenas a você decidir qual caminho trilhar.
(Autor: Matheus de Souza)
(Fonte: matheusdesouza.com )
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Amei o artigo, eu na maioria das vezes só fiz o que quis, aturar festinha forçada não da rs, sou bem sincera, só tento falar com cuidado pq as vezes pessoas muito sinceras são confundidas com grossas, mas falar não é libertador!