Assim como todos nós, Eduardo Galvão aguardava ansioso o fim da pandemia e fazia planos para o amanhã.
Ainda estava deslumbrado com a chegada da primeira neta, Lara, e tinha pendente convites de trabalho: teatro, novelas…
Ele era um homem saudável, praticava exercícios e sempre estava disponível aos amigos, sendo que, agora na pandemia, era solícito pelas redes sociais ou por telefone. Conhecido por sua lealdade aos que ama, sempre se mostrou amigo e atencioso.
Ele era atencioso para com a sua saúde e praticava exercícios. Quando contraiu a convid-19, ligou para os amigos informando seu infortúnio. Os amigos lhe deram força, desejaram coragem para o enfrentamento e tiveram a certeza de que ele se sairia bem de tudo isso.
Quando percebeu a piora dos sintomas, teve medo da morte e mais uma vez se lembrou dos amigos. Ligou e pediu que todos tomassem cuidado, porque o vírus voltara com toda a força no que parecia ser “uma segunda onda”.
Ele foi entubado logo após o aniversário de um aninho da neta.
Seu sorriso contagiante era a sua marca. E é com a lembrança do seu sorriso que nos despedimos de Eduardo!!
Você sabia que o Fãs da Psicanálise também está no Instagram e no Facebook? Que tal fazer uma visitinha para nós por lá?
Suas prioridades não são as dos outros. Suas verdades não são as dos outros. Então…
O sofrimento não é uma escolha pessoal; ninguém escolhe a dor ou o isolamento emocional…
Prolongar o tempo na cama por mais alguns minutinhos, logo após acordar, ou tirar algumas…
Forças malignas sempre te impedem de cumprir prazos? Entrar no mestrado está sendo mais difícil…
Ficar nervoso ou ansioso em algumas situações da vida como, por exemplo, antes de uma…
Gentileza gera gentileza. Pois é, mas acho que ser gentil não é ser bem educado,…