“A máscara está para a Covid-19 assim como o preservativo está para o HIV”. A alusão foi feita pelo infectologista e professor da UFMG Unaí Tupinambás para destacar que, neste momento, o item de proteção facial é a única maneira de conter o avanço do novo coronavírus em Minas Gerais.
Integrante do Comitê de Combate à Covid-19 em Belo Horizonte e assessor do Ministério da Saúde no Plano Nacional para DST/Aids, o especialista explica que, nas duas doenças, é preciso formar uma barreira para impedir a contaminação.
“Quando o HIV surgiu todo mundo tinha muito receio e o preservativo era 100% seguro. Hoje, no caso da Covid, é preciso o uso da máscara e outras medidas combinadas, como evitar aglomeração e higienizar as mãos. São barreiras de prevenção muito potentes”, destacou.
Contudo, o médico lamentou que a máscara tenha sido deixada de lado por muitos habitantes. “Tem uma banalização e cansaço pandêmico. Mas estamos no pior momento da pandemia e vamos enfrentar uma situação grave nos próximos dias. É preciso seguir as orientações para salvar vidas”, reforçou.
Fonte: otempo
Imagem: Gustavo Fring
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