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A ansiedade é o grande unificador hoje em dia. Parece que todo mundo está sofrendo com isso.
E se ganhar uma perspectiva sobre sua ansiedade fosse tão simples quanto se fazer uma simples pergunta?
Esta é a ideia por trás do processo da autora Byron Katie para reduzir o estresse.
Katie é fundadora do The Work, um método de investigação para identificar e trabalhar com pensamentos estressantes.
Ela defende que uma pergunta de “sim ou não” nos ajuda a chegar à essência do que está nos incomodando, para que possamos entender e aliviar as ansiedades.
Katie sugere olhar para um estressor com essa pergunta em mente: “Isso é verdade?”
Primeiro, nomeie seu estresse
Muitos de nós podem carregar o estresse de um dia para o outro, mas não conseguem colocar um nome naquilo que está nos fazendo sentir assim.
A próxima vez que você reconhecer que está estressado (talvez quando seus ombros começarem a ficar tensos, ou perceber que você não comeu o dia todo), Katie recomenda que você pare para perceber o que está causando a sensação e depois escreva.
Por exemplo, você pode escrever: “Minha família está me causando estresse.”
Fazer isso torna a ideia concreta.
“Está consolidado da mente para a realidade; é sólido, identificado e ancorado”, diz Katie.
E então, faça a si mesmo a pergunta
Depois de ter escrito a fonte do seu estresse, considere a pergunta: “Isso é verdade?”
Katie recomenda responder a esta pergunta com um simples sim ou não.
“Qualquer defesa, justificativa ou história não é investigação”, diz ela. “A investigação é ficar tranquilo e deixar a resposta te mostrar; e então apenas meditamos nisso.”
Reconhecer se você acredita que o pensamento é verdadeiro pode ajudá-lo a identificar por que você age da maneira como age em determinadas situações.
Por exemplo, se sua resposta para “Minha família está me estressando” é “Sim, é verdade”, isso pode explicar por que você evita os telefonemas de seus pais ou briga com o seu parceiro.
“É como [perguntar],’Como reajo quando acredito no pensamento?’”, diz Katie. “Se ficarmos realmente tranquilos, quietos, podemos ver que é quando procuramos o bolo de chocolate, ou o cigarro que dissemos que nunca mais fumaríamos, ou o álcool.”
Por fim, inverta a narrativa
Considere o que aconteceria se você não acreditasse que o pensamento era verdadeiro.
Se você respondeu a “Minha família está me estressando” com “Não, isso é falso”, eles ainda causariam estresse? Ou você se abriria para outro motivo de como se sente?
Em outras palavras, diz Katie, sua família e suas ações podem não ser realmente estressantes em si mesmas — ao contrário, são seus pensamentos sobre eles que geram a ansiedade.
“É sobre o que eu estou pensando e acreditando, que é a causa do meu estresse”, observa ela.
Ela recomenda reformular a declaração para identificar se nossas próprias ações são a razão de nosso estresse. Por exemplo, escrevendo: “Eu estou estressando minha família.”
“E então começo a ver quando estou estressado, como me aproximo das pessoas: Eu sou brusco. Eu posso ser argumentativo. Eu sou incômodo. Eu não tenho conexão”, diz Katie.
A prática é basicamente mudar sua perspectiva, em vez de ficar presa em um ciclo de pensamentos negativos.
“Tudo muda, a maneira como você vê tudo muda”, conclui Katie.
(Autor(a): Nicole Bayes-Fleming)
(Fonte Original: mindful.org)
*Texto traduzido e adaptado pela equipe Fãs da Psicanálise.
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Muito bom!