Young girl reading book in library
Há pouca novidade em afirmar que ler faz bem para o cérebro e para a vida, mas é interessante ressaltar como isso acontece, na prática, na vida de um leitor assíduo e, caso você seja daqueles que não curtem muito a leitura, convido a refletir com profundidade ainda maior.
Um primeiro grande motivo para ler (ou ler mais) é compreender que as leituras que um indivíduo realiza são uma das maiores fontes de informação, tornando o leitor mais atualizado e menos manipulável.
Uma vez que, quanto mais se lê, por fontes variadas e confiáveis, mais é possível desenvolver seu senso crítico e aumentar sua capacidade de análise, dando espaço a outros pontos de vista, contribuindo para formar sua própria noção da realidade.
Quanto menos se lê, menos se compreende sobre o que acontece além da sua rotina, como acontece e o que se pode fazer a respeito.
Um segundo motivo para ler (mais) é saber que leitores possuem uma probabilidade maior de escreverem bem, pois a leitura melhora o vocabulário, já que quando lemos, rotineiramente encontramos novas palavras (e as aprendemos) e reforçamos no nosso cérebro a escrita correta dos vocábulos, evitando aqueles deslizes comuns que minam a credibilidade do nosso conteúdo, quando escrevemos errado.
Como se esses dois grandes motivos não bastassem para nos convencer de que a leitura precisa ser incorporada como um hábito, ainda há um terceiro, necessário aos profissionais das mais diversas áreas, inclusive conhecida como uma das características mais desejáveis pelas empresas e que os indivíduos se perdem sobre como desenvolvê-la: ler aguça a criatividade e desenvolve a capacidade de empatia.
Cada pessoa que lê o mesmo livro produz imagens mentais diferenciadas, de acordo com suas experiências e referências, o que significa que a leitura possibilita que você forme a sua própria imagem do que está sendo lido ou até crie uma própria imagem para os personagens de cada leitura, e tudo aquilo que estimula a criação de imagens mentais próprias está automaticamente desenvolvendo sua criatividade e seu modo de ver e modificar os cenários, em seu raciocínio, tornando-o mais empático e criativo para situações reais.
Além desses motivos, ainda há mais um potencialmente destacável, na prática da leitura: ler sobre a sua área de atuação é compatível com fazer cursos de aperfeiçoamento, com uma diferença: gastar bem menos ou quase nada.
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Penso até na possibilidade futura de que um currículo poderia abarcar os livros que o indivíduo já leu, se os selecionadores começassem a valorizar mais essa prática, e a entrevista de emprego poderia “investigar” os aprendizados proporcionados por eles (“que livro você leria novamente e por qual motivo?”, “qual a maior lição que um livro já te proporcionou?”).
Você já imaginou que a leitura de um livro, por exemplo, pode representar a mesma proporção de conhecimento aprendida num curso que você realize? Ainda mais numa realidade em que se espera cada vez mais do autodidatismo e se utilizam recursos de Ensino a Distância, com a presença reduzida ou inexistente de um tutor.
É como se cada livro que você lê, da sua área de atuação, fosse mais um curso de aperfeiçoamento que você faz, embora não conte com a emissão de um certificado (e talvez por isso os livros lidos não sejam pauta nas entrevistas de emprego!). E é possível fazer isso a qualquer hora e em qualquer lugar, muitas vezes sem pagar um centavo (pegue livros emprestados ou adquira o hobby de passar uma tarde lendo, numa livraria, por exemplo!).
Imagine a quantidade de conhecimento contida num livro, cujo autor passou anos pesquisando e compilando ideias de outros especialistas, para passar para você, que lê, às vezes numa única semana, aquela obra. São conhecimentos de anos, absorvidos numa semana!
Definitivamente a leitura tem um potencial incrivelmente transformador e quem lê está à frente de quem não lê ou lê pouco. Quer uma dica? Leia mais!
Fonte: Administradores
Autor: Vera Magalhães
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