Imagine um botão. Assim que você o aperta, instantaneamente fica feliz. Sem mais, nem menos. A partir desse momento você é o responsável por sua felicidade, é um poder intransferível. Você é o Aladim e o botão é o gênio.
Se você está triste, aperte o botão.
Se você está com problemas no relacionamento, aperte o botão.
Se você está improdutivo no trabalho, aperte o botão.
Se você está ansioso, aperte o botão.
Uma ação, uma escolha e tudo muda. A solução rápida para os problemas e as dificuldades. Por que temos que sofrer tanto? Somos os agentes da mudança, queremos viver em um mundo melhor – igualitário – mas somos constantemente tentados a seguir os atalhos.
Será que esse é a única maneira de ser feliz?
Um jogo para você responder perguntas! Você apertaria o botão?
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*As nossas postagens são produzidas com o intuito de informar e não substituem a opinião de um profissional de saúde, um diagnóstico médico ou os tratamentos já prescritos.
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(Imagem: Reprodução)
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O teste da varinha mágica me fez pensar como eu poderia atender apenas o desejo dos outros e nunca o meu. Não seria problema se, implicitamente, não tivesse a sensação que atender todos os desejos de outras pessoas poderá acarretar mais mal que bem dependendo do tipo de desejo. E ainda teria o assédio envolvido no contexto onde eu nunca teria um minuto de sossego caso descobrissem a fonte do meu poder, o que resultaria em tragédia, desavença ou inimizade.