A psicanálise abriu o século 20 com uma nova maneira de enxergar o homem.
A Interpretação dos Sonhos, publicado por Freud em 1900, provocou a terceira ferida narcísica na humanidade.
O homem, que já havia perdido o posto de centro do universo com Copérnico e centro da criação com Darwin, agora deixava de ser dono da sua própria casa.
A revolução psicanalítica somada às revoluções nos costumes pelas quais atravessou o século tornou a busca pela identidade ao mesmo tempo uma promessa de liberdade e uma fonte de angústia. Liberdade porque a individualidade não vinha mais dada pelo social e pelo biológico, com papéis rígidos definidos pela família, pelo trabalho e pelo sexo.
A busca de um sentido para a própria existência passa a ser um impulso interno, daí a angústia.
Leia mais: Psicanálise: uma cura pelo amor
Em A Formação da Individualidade a psicanalista Giselle Groeninga debate as mudanças na subjetividade causadas pelas mudanças aceleradas do mundo no último século, especialmente no que diz respeito aos papéis masculinos e femininos.
Assista a seguir ao vídeo do programa Café Filosófico: A formação da Individualidade – Giselle Groeninga e saiba mais.
(Fonte: institutocpfl.org.br )
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