A esquizofrenia é um transtorno mental ou distúrbio psíquico endógeno que afeta a consciência do “eu”, a percepção (perda do contato com a realidade), o pensamento, as emoções, o comportamento e as relações afetivas.
Cientistas e estudiosos ainda não sabem explicar ao certo as suas causas, mas fatores genéticos e desequilíbrios neuroquímicos estão envolvidos, e apesar de ser classificada como endógena (independente de fatores externos), observamos que fatores ambientais são desencadeantes para quem tem a predisposição genética, bem como pode ser desenvolvida pelas pessoas que fazem utilização de substâncias psicoativas ou mesmo aquelas que tiveram traumas encefálicos.
Geralmente, a esquizofrenia inicia-se na adolescência ou na fase inicial da vida adulta e muitas vezes os comportamentos característicos no início da doença se confundem com crises existenciais próprias desta fase da vida, mascarando desta forma os sintomas. A incidência é de 5% na população mundial e ocorre em todas as culturas, raças, gênero e condição socioeconômica.
Existem os sub-tipos de esquizofrenia: Indiferenciado, Paranóide, Hebefrênico, Desorganizado, Catatônico e Residual.
O diagnóstico é realizado por um profissional da saúde mental e consiste em avaliação direta do paciente e dos sintomas por este apresentados bem como de entrevista com familiares sobre a capacidade funcional e relacional do paciente e dos sintomas que caracterizam a doença.
No entanto, antes são realizados exames de sangue, dentre outros para que sejam descartados doenças e condições médicas gerais que apresentem sintomatologia semelhante ao da esquizofrenia, tais como uso de anfetaminas, da cocaína, presença de tumores cerebrais, dentre outras.
Os principais sintomas da esquizofrenia são:
Comportamentos bizarros, apatia, indiferença emocional, isolamento social, alucinações (ouvir e ver coisas que não existem), delírios, desorganização cognitiva (pensamento desordenado), sintomas ansiosos, depressivos e persecutórios.
Um sintoma muito recorrente é o da pessoa sentir-se vítima de complô ou armação por parte de outras pessoas ou grupos, embora evidências racionais mostrem o contrário.
Quanto mais cedo for diagnosticada e a intervenção for realizada, menores serão os danos causados e melhor será o tratamento.
Nota importante: Este artigo tem função informativa e psicoeducativa, não pretendendo diagnosticar. Caso se identifique com os sintomas elucidados, procure ajuda profissional especializada o quanto antes.
Suas prioridades não são as dos outros. Suas verdades não são as dos outros. Então…
O sofrimento não é uma escolha pessoal; ninguém escolhe a dor ou o isolamento emocional…
Prolongar o tempo na cama por mais alguns minutinhos, logo após acordar, ou tirar algumas…
Forças malignas sempre te impedem de cumprir prazos? Entrar no mestrado está sendo mais difícil…
Ficar nervoso ou ansioso em algumas situações da vida como, por exemplo, antes de uma…
Gentileza gera gentileza. Pois é, mas acho que ser gentil não é ser bem educado,…