Reconhecido desde a antiguidade, o alecrim possui diversas propriedades terapêuticas.

E, por conta disso, sua folhagem, além de ser utilizada como tempero, é também usada como medicamento natural, muito comum na aromaterapia e na fitoterapia.

Portanto, um estudo inglês conduzido por Mark Moss (Universidade de Northumbria), teve foco na água de alecrim, e não na própria erva. Tal estudo revela que a água de alecrim (sendo os extratos da planta com água mineral, apenas) possui a capacidade de aumentar o desempenho cognitivo e da memória até 15%.

O experimento

Um grupo de pessoas bebeu um copo (250ml) de água de alecrim. No experimento foi utilizada a marca No1 Rosemary Water concentrada, a partir disso, as pessoas passaram por diversos testes para avaliar a capacidade de memorizar e manipular informações, e, enquanto isso ocorria a análise do fluxo sanguíneo do cérebro e a quantia de energia utilizada de forma eficiente, comparando então com um grupo de controle.

Os resultados foram de que, o grupo que consumiu a água de alecrim obteve uma melhoria na capacidade de memorização em 15%, havendo também aumento do nível de hemácias (glóbulos vermelhos) no fluxo de sangue oxigenado para o cérebro, expandindo o uso de energia necessária para desempenhar as funções cerebrais de forma mais eficaz.

Além de tais benefícios da água de alecrim, a própria planta apresenta diversas propriedades efetivas para o nosso organismo, sendo oxidante, antimicrobiano, possuindo poder hepatoprotetor e anticâncer.

A erva é uma excelente tônica, anti-inflamatória, antiespasmódica e analgésica. É antisséptica e ajuda a aliviar as condições de fadiga física e mental. O alecrim também é antibacteriano e realiza uma ação preventiva efetiva mesmo em caso de doenças infecciosas.

*Atenção: Se você deseja mais informações, procure um nutricionista para que ele possa afirmar se essas sugestões se adequam ao seu organismo.

(Fonte Original: greenme.com.br)
*Texto traduzido e adaptado pela equipe Fãs da Psicanálise.

 

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1 COMENTÁRIO

  1. Olá. O uso de fitoterápicos e seus derivados tem sido estudado desde a antiguidade no tratamento de distúrbios físicos, mentais e emocionais com ótimos resultados (lembrando que, inclusive, vários medicamentos conhecidos como a aspirina, por exemplo, tiveram sua origem em estudos sobre substâncias de origem vegetal). No caso do alecrim (Rosmarinus officillanis) seu uso é antigo e bastante pesquisado, tanto em fitoterapia quanto em aromaterapia e no uso tradicional popular (banhos, incensos, alimentação etc). Todavia, é sempre importante lembrar que apesar de seus benefícios (inclusive como estresse, esgotamento, auxiliar na concentração, afrodisíaco, entre diversas outras indicações), como todo remédio (fitoterápico ou alopático) seu uso deve ser moderado (evitar sempre o excesso) e observar com cuidado suas restrições. O alecrim (ou o óleo essencial), por exemplo, deve ser evitado por pessoas com histórico de asma, problemas de próstata, histórico de epilepsia, problemas renais e gástricos, e também por gestantes e idosos. Lembrando também que seu óleo essencial é dermocáustico e deve ser evitado o uso direto na pele, sendo usado ou não em sinergia com outros óleos essenciais, dissolvido em óleos base (ex: coco, linhaça, girassol etc). Nunca esquecer que todo uso de substâncias fitoterapicas, alopáticas ou tratamentos alternativos deve ser informado ao seu médico e terapeuta.

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