Sem efeitos colaterais, a estimulação magnética transcraniana é tratamento de ponta para depressão

Aprovada pelo Conselho Federal de Medicina em 2012 para o tratamento da depressão e alucinações auditivas (tinidos) , a estimulação magnética transcraniana é um tipo de neuroestimulação superficial e focal com excelentes resultados por ser uma terapia não invasiva, sem uso de sedação, indolor e raros relatos de desconforto durante e após o tratamento.

Com o uso de uma bobina, o psiquiatra especializado na terapia, posiciona o aparelho na área do cérebro que deve ser estimulada após ter realizado uma medição exata e identificado a posição. Além desta medição, são definidos parâmetros como frequência e intensidade da carga que será aplicada levando em conta o tipo da doença, idade e condições gerais do paciente. Este procedimento é realizado no consultório médico com total segurança e conforto.

Durante as aplicações, os pacientes ficam acordados e podem voltar às suas atividades normais após a sessão que dura, em média, 20 minutos e com o protocolo padrão de 15 a 20 sessões de tratamento.

Segundo a Dra. Julieta Guevara, psiquiatra do Neurohealth, Centro de Métodos Biológicos em Psiquiatria, “Em alguns casos existe a remissão completa da doença após 20 sessões. Os resultados são muito animadores principalmente em pacientes que não respondem ao uso de medicamentos ou apresentam efeitos colaterais que tornam o tratamento com fármacos muito difícil. A depressão geralmente vem acompanhada de outras patologias. No caso das mulheres, o grupo mais atingido pela doença, a fibromialgia (dores pelo corpo) é uma delas. A estimulação magnética também opera com excelentes resultados no combate às dores. E no caso de dores crônicas pois apresentam-se, em alguns caos, como uma comodidade da depressão”.

O Neurohealth é um centro de referência em EMT (estimulação magnética transcraniana) e com intercâmbio de pesquisa com o Hospital Herzog de Israel, referência mundial em psiquiatria.

“Nós estamos finalmente falando de felicidade, resultados concretos e duradouros contra uma doença que atinge milhares de pessoas no mundo todo. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina aprovou seu uso contra depressão e tinidos mas existem pesquisas, em outros países, com resultados igualmente animadores para Parkinson, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno bipolar, discinesias, compulsões (jogo, sexo, drogas, compras, autoflagelo), reabilitação após lesões do sistema nervoso central, e Síndrome de Tourette”, complementa a Dra. Guevara

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