Um homem que se finge de burro é mais burro do que um burro honesto.

O que me dói é ver um pai casar de novo e esquecer o filho do primeiro casamento. Esquecer. Nenhum cartão de Natal ou presente debaixo da lareira.

É que ganhou um herdeiro do segundo casamento, está envolvido na escolha do enxoval, no anúncio do jornal, em fumar charuto com o sogro e com aquela vaidade suprema de ostentar para sua esposa que é experiente e sabe segurar a criança.

Ele apaga a casa anterior — com o que havia dentro dela — e se apega à casa recente. Entende que sua criança ou adolescente cresceu o suficiente para não depender mais dele. Nenhum filho cresce o suficiente para ser órfão de repente, não importa a idade.

Aquele filho a quem amava e criava com zelo, a quem aconselhava e trocava as fraldas passa a existir somente como uma pensão, uma linha do seu contracheque. Não pergunta. Não telefona. Não se encontra fora de hora. Está muito ocupado criando um bebê. O que dá para entender é que ele não ama o filho, mas a mulher com quem se encontra no momento. Faz qualquer coisa para agradá-la, inclusive negar a paternidade do primeiro casamento.

É do tipo ou tudo ou nada, ligado à figura masculina patriarcal, que oferece e tira conforme suas vantagens. Não é bem um pai, mas um latifundiário emocional, desconfiado, sob permanente ameaça de invasão de suas terras.

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Mãe é diferente, sempre se elogia quando menciona seu filho. Mareja os olhos ao mexer na gaveta das camisas, coleciona bilhetes e desenhos, inventa uma porção de neologismos no abraço. Não se guarda para depois, para um melhor momento, está disposta a conversar pressentimentos e costurar recordações.

Pai costuma se omitir no momento do desabafo. É comedido demais para estar vivo. Troca de personalidade, de residência, de amor, o que precisar, no sentido de prevenir a sobrecarga de problemas. Para namorar, ele some por meses (exatamente o contrário da mãe, que administra o final de semana com o apoio da babá e da avó). Homem ainda não conseguiu conciliar sua vida profissional com a afetiva. Não é capaz de unir nem a vida afetiva pregressa com a vida afetiva atual. Cuida de um afeto por vez.

Pai não forma sindicato, não cria associação. Continua defendendo que ninguém tem o direito de se meter na vida dele e converte em inimigos os amigos que insinuam sua indisposição filial.

Ele se separou de uma mulher, não do seu filho, mas culpa o filho porque não consegue completar uma frase com a ex. Parte do princípio de que ajudando o filho está ajudando a ex. Gostaria de matá-la, mas então se mata para o filho.

Ou entende que seu filho deve procurá-lo, cria paranoias e neuroses para aliviar sua culpa. Age como um ressentido, fala mal do filho do primeiro casamento para a mulher do segundo casamento, alegando ingratidão. E a mulher do segundo casamento concorda com o absurdo porque está preocupada com o nenê e deseja a exclusividade do marido. E não entende que um irmão depende do outro irmão, que uma família não cresce por empréstimos.

Homem tem que aprender a sofrer em público, sofrer por um filho o que sofre por uma dor de cotovelo, apanhar das cólicas e da coriza, desabar numa mesa de bar, beber interurbanos, fechar a rua e o sobrenome para encurtar distâncias, chorar nas apresentações escolares, fingir abandono a cada despedida, para só assim mostrar que pai, pai mesmo, nunca será dispensável.

(Autor: Fabricio Carpinejar é poeta, cronista e jornalista)

*Esse é um texto que gerou muitos comentários em nosso site. Trata-se de uma abordagem unilateral, que narra sobre pais que abandonam seus filhos. É claro que existem outras visões sobre o assunto, mas nesse texto está narrada a opinião deste autor, sobre esse tema, especificamente.

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Fãs da Psicanálise
A busca da homeostase através da psicanálise e suas respostas através do amor ao próximo.



66 COMENTÁRIOS

  1. Toda generalização é burra. Zero de psicanalise neste texto, está no site errado.
    Apresenta problema, não mostra solução. Mentalidade de rebelde sem causa, do que vai a ruar reclamar, mas não sabe resolver ou propõe utopia.

    • Estou vivendo isso no momento, passam a odiar a ex mulher, e qualquer situação difícil que está vivendo eu sou culpada, até nas filhas tem descontado, sendo omisso nos dias de visita, infelizmente é a realidade de muitas famílias!!!!!

      • Verdade…tbm passo por isso…meu ex foi saindo de cena aos poucos… sempre me culpando por alguma coisa…. minha filha tem 12 anos e ele tem outra esposa e filha e pediu redução da pensão que já era pequena…. .. e agora sumiu de vez…minha filha se tornou um número no contra cheque dele…. ele “esqueceu” de procurar até mesmo no aniversário dela… nunca foi proibido de procura-la … sempre teve nosso endereço e telefone…sumiu porque quis e pra piorar se faz de pobre coitado… e eu fico preocupada com minha filha…órfã de pai vivo…

    • Concordo com o João! O Autor, Fabricio Carpinejar, é poeta, cronista e jornalista… faltou mencionar que nada entende de psicanalise, ou deixou entender isso, pelo menos.

      Generalizar uma espécie é uma forma totalmente ignorante de avaliar casos. Este é um julgamento pessoal, que coincide com alguns casos e se diverge de muitos outros.

      O entendimento que retiro do texto que acabo de ler, faz sentido se avaliar tanto ao pai quanto à mãe, que partem para um próximo relacionamento (aí não julgo se for o segundo, terceiro ou até o 17º, né Gretchen?!) devem ter noção que a relação anterior que acabou foi com a “esposa” ou “marido”, e que os filhos são para sempre!

    • Concordo plenamente, parece uma mulher abandonada e rancorosa falando como se fosse um padrão isso acontecer. Não mencionou o que as mulheres fazem para afastar um pai dos filhos com a intenção de atingir o ex e não pensam nas consequências para os filhos.

      • Ah sim… concordo contigo tbm, Marlos. Isso e outra coisa que acontece bastante qdo ha separação… Filhos se tornam uma maneira de atingir o ex… infelizmente, tanto o que o autor diz, como o que vc mencionou acontece rotineiramente, em muitos lares qu foram “desfeitos” pelo divorcio…

        • Conheço um assim; o meu. não tenho como não me projetar neste texto.
          Meu pai colocou uma filha no mundo e sumiu pra não assumir eu e minha mãe, depois de dois anos fez isso com outra mulher, mais uma criança no mundo. A avó materna insinuou jogar a criança no lixo, pois a mae do mesmo nÃo podia ficar com o menino. Minha avó com pena da criança foi busca lo e registrou o menino com sobrenome dela, o ex marido dela que tambem a abandonou por outra mulher, meu avô processou minha avó, por colocar o sobrenome dele num bastardo, e meu pai o apoiou. Minha avó teve que cumprir pena, serviços comunitario pelo crime que cometeu.
          Cada um criado com suas avós maternos. As vezes o viamos, as vezes vinha deixar alguma bobagem, comida basica(arroz,feijao) penso que era mais pra satisfazer a cobrança da sociedade do que minhas necessidades. Me lembro apenas de um brinquedo que ele me deu, e eu chorei e a tia com quem morava na epoca fez questao de me dizer que eu devia chorava por ela que me criava e não por quem não me queria. Minha mãe também saiu da cidade pra trabalhar em outra, pois meus avôs ja eram velhos e doentes, inclusive morrerao os dois enquato ela estava fora, foi um golpe.
          Com algum tempo depois ele casou a primeira vez, e também nao sustentou a familia, saiu deixando uma filha que tambem foi criada por seus avós, e também sua mae teve que ir pra outra cidade trabalhar e sustentar a menina. meu pai que já era tecnico em enfermagem na epoca em 3 hospitais achou um absurdo os avos da menina o terem colocado na justiça para pedir pensão.

          Graças a Deus sai dessa atmosfera aos 12 anos, conheci a cidade grande, vim morar com minha mãe e um padrastro otimo e atencioso, o pai chegou me ligar algumas vezes ate me mandou 50 reais por tres vezes, quando sabia alguma coisa de mim, dizia aos meus tios; já estao criados não se preocupem mais.
          Passei por muitas emoçoes sozinha, sem apoio ou uma palavra amiga, Hoje eu acho até bom não ter morado com ele, mas quando o penso nÃo posso deixar de pensa-lo como um covarde, é o unico adjetivo que o classifico.
          Peço até desculpa pelo desabafo pois me emocionei.

    • Concordo contigo… sei que esse tipo de situação realmente acontece e muito, mas me parece um texto de julgamento… e não vim aqui para julgar e sim na tentativa de encontrar alguma solução proposta… me decepcionei, pois so encontrei um desabafo “de mulher” que esta passando por este problema.

    • Utopia???? Vc não tem noção da quantidade de utopia que esta tendo no mundo agora,mas concordo com algumas criticas suas,tem pai e pai,o meu pai é o pai,um grande homem que me acolheu quando meu ex marido,médico,me abandonou quando a nossa filha especial nasceu,se ele a viu 5 vezes em 6 anos foi muito,fora os outros dois meninos que ele não da a minima.

    • Pastor Rubens muito bom mesmo!E isso aec mesmo,A oportunidade e8 nos dada temos que apiveortar agora; enquanto temos a chance,depois ne3o adiantar se lamentar.”Buscai enquanto se pode achar,invocai enquanto este0 perto”.Deus abencoe peloartigo vou compartilhar le0 no blog tbem!Na fe8Dani

  2. Texto completamente senso comum, sem fundo psicanalítico nenhum. Não se pode generalizar todos os casos. E quando o pai dá o apoio emocional ao seu filho muito mais que a mãe?! E quando o pai é a figura espelho para o filho com seu falo e a mãe é a coadjuvante?

  3. Que texto simplesmente ridículo!! Com toda a evolução e diversidade que há nesse mundo colocar a mamãe como boazinha e o pai como monstro, generalizando, é uma estupidez completa. Conheço mais de uma mãe que usam o filho para transformar seus ex em seus escravos. Que horror ler isso…

  4. Mais burra ainda eh a segunda mulher de aprovar essa atitude do marido sem imaginar q se um dia os dois tbm terminarem isso vai acontecer com os filhos dos dois..

  5. Não entendo a revolta com o texto. A solução é “não abandone seu filho”. Trazer fórmula pronta para lidar com milhares de lares distintos aí sim seria errado.

    Não houve generalização. O texto se trata de pais que abandonam e não dois que permanecem, cuidam. Ser inspiração até um pai ruim é,a depender da perceção que o filho tem, já vi gente se gabando do pai ser um garanhão — tendo a mãe levando chifre em casa… ficando dessa forma.

    Ele aproveita e ressalta o utilitarismo que muitas vezes impregna a criação, muitos pensam que sendo o suporte financeiro basta para cumprir seu papel.

    Achei muito pertinente. Vários pais comumente agem dessa forma. Já cheguei a ouvir”eu sou seu pai, não seu amigo”. Não dá pra ser os dois? E temos uma relação boa, de irmos a festas juntos, sair para bares, trocar mensagens, conversar sobre política, futebol, economia e algumas lorotas . Não vejo os pais da maioria de minhas amigas fazendo nada disso, fazem com os filhos, mas não com filhas. Só que mesmo assim não chega nem perto da que tenho com minha mãe, ela me dá abertura para falar sobre o que eu quiser e não tem reserva ao mostrar/contar o que fez de bom ou ruim. Com ela posso falar de namorados, sexo, meus medos. Amo os dois da mesma forma e meu pai é maravilhoso, mas não conciliava afetos. Só agora ele está mais confortável, mais aberto pra mim ,como antes, quando eu era criança.

    A situação descrita é quase rotineira sim, já cansei de ver conhecidas querendo demandar ex— marido por isso (e elas podem, porque não é só assinar o cheque). Tenho amigos que cresceram sem os pais ou que ficaram sem após um divórcio.

    • Muito boa reflexão, concordo contigo! O autor disse do seu modo, como cronista, escritor, se a alguem quiser colocar do outro ponto de vista, deve ficar a vontade…esse personagem existe e muito em nossa sociedade

  6. Acho que muitos não entenderam o texto;de maneira nenhuma o texto generaliza…ele simplesmente conta que existem pais assim..que abandonam os seus filhos por qualquer razão..independente se existe uma nova mulher ou não..mas não somente pais fazem isso muitas mães também abandonam seus filhos,não razão ou justificativa que se faça valer em alguns casos.

  7. Existe vários lados da história, muitas mulheres usam o filho para manipular o ex marido e quando não conseguem colocam muitas vezes o filho contra o pai, o nome disso é alienação parental. Esse texto parece mais um desabafo pessoal e não tem nenhum embalsamento psicanalítico.

    • E você Andreia não esconde nem um pouco que se trata de uma segunda esposa recalcada. Existem casos e casos e esse trata EXCLUSIVAMENTE da mente do homem que abandona. Que existe alienação parental, mãe ruim, pai bom, isso todo mundo sabe… mas você precisa colocar nessa sua cabecinha pequena que esse texto é sobre o pai ausente. Ponto final. Pode chorar se quiser.

  8. Texto ridículo! A mãe é sempre a coitada boazinha? Não concordo! Conheço gente ruim que impede que a filha conviva com o pai, que impede que a filha conheça os irmãos, que proíbe passeios pq a esposa nova estará junto! A mesma mãe, que se orgulha de não trabalhar e viver da gorda pensão da filha! Ah mas esta mãe aindase faz de coitadinha, mesmo usando jóias, chora dizendo que não tem dinheiro para a escola da filha, para uma mochila…..cada história e ainda escutar que o pai abandonou, triste essa visão de que o pai é sempre o monstro pq começou uma nova família!

  9. Tudo o que foi relatado nesse texto ocorreu justamente o contrário em minha experiência de vida, nunca abandonei o meu filho do primeiro casamento, pelo contrário ele mora comigo até hoje, mesmo eu estando casado novamente e com uma filha dessa segunda relação.

  10. Além da Generalização, na primeira parte do texto, demonstra-se quão importante é o pai e sua participação na vida de um filho, na segunda parte do texto, sub entende-se que, pai, não presta pra nada, e sim a mãe, que faz tudo, guarda retratos e desenhos, e pai foge do desabafo…se a mãe é presente e faz tudo e o pai sempre foge, porque o pai faz tanta falta quanto diz na primeira parte do texto?

    antes de falar de qualquer papel, paterno ou materno, é bom olhar em ambos os casos, que primeiramente se o casamento não deu certo, existe uma porcentagem de culpa dos dois lados, segundo que tem muitos casos em que as mulheres engravidam pra segurar o matrimonio, e ou ganhar pensão pra gastar em salão de beleza e balada, em quanto a criança ta com a avó, tem parte ruim dos dois lados. não generalizem. texto completamente feminista.

  11. Acho que eu sou mãe então! rs.

    Tenho meu melhor amigo, maior companheiro, meu campeão no saldo do primeiro casamento. Ele é uma das melhores coisas que Deus colocou na minha vida. Conheço não muitos, mas alguns como eu e acho que não é tão difícil encontrar bons pais que se divorciaram.

    Também acho que é verdade que o texto resume bem o que ocorre na maioria dos casos, mas maioria não é sinônimo de unanimidade. Ao ler por completo, fiquei com a sensação dos leitores que comentaram a publicação do site. Dá uma impressão que o autor generaliza os homens e isso poderia partir de qualquer um, menos de um profissional da área (jornalista), que deveria conhecer os dois lados, mesmo que sejam raros os casos que contrariam essa verdade, ele deveria ao menos considerar ou citar em seu conteúdo, que existem exceções. Ou será que 100% de ex-esposas nunca usaram seus filhos contra os ex-maridos? E que 100% dos homens divorciados agem assim?

  12. Existem país maravilhosos, meu tio é um exemplo de pai mesmo separado da mãe de seus filhos, já meu pai é um canalha que nunca deu pensão, afeto, carinho separou da minha mãe e esqueceu das filhas biológicas e foi criar filhas de vadia, mulher baixa que traiu o marido com meu pai, bebe em boteco etc e tal! Meu pai é um disgosto, uma vergonha!

  13. Não entendo por que alguns se doem dizendo que toda generalização é burra e argumentando que não é um texto psicanalítico, na página não há só psicanálise e no início do texto ele separa se referindo a homens que agem abandonando os filhos, para depois substituir a frase explicativa apenas pela palavra homem.

  14. Péssima colocação, coloca todos os pais separados como se fossem país omissos. A psicanálise já deve conhecer muito bem a “ALIENAÇÃO PARENTAL” , muitas ex usam seus filhos como moeda de troca, acham que a melhor forma. A de atingir o seu ex companheiro é prová-lo do amor de seu filho, e muitas fazem isso até que a situação seja irreversível. Um dia meu marido pediu para que as ligações fossem tbm afetivas e não apenas para pedir dinheiro,pois ele esperava a ligação e quando acontecia após poucas frases vinha um pedido… para ir na festa, no parque ou qualquer outra coisa. Depois disso nunca mais houve telefonema e o mais engraçado foi meu esposo perceber que por amor apenas.o telefone não tocaria.
    Fique chocado com a história, a última a tentar contato com esse rapaz fui eu, e sem sucesso, pois o mesmo jamais retorna ou atende as ligações do pai. Estude a alienação parental antes de colocar a imagem da mãe, mulher como ser supremo, muitas destroem relacionamentos entre pais e filhos pelo simples prazer de ter tirado algo do ex que é insubstituível. Um filho nunca substitui o outro.

  15. Desculpe aos experts tirando 9nda c o autor.
    Texto otimo. Poético. Realista sim e por isso sendo comum. Vejo isso todos os diad. Sou professora e lido com adolescentes.
    Parabéns pela sensibilidade

  16. Não vejo q nesse texto generalizou a tds.. Sim, claro q tem pais q msmo com a separação, casou se de novo, e continua sendo paizão mesmo com outro filho recente.. Mais conheço tbm, muitos casos q abandonam, esquecem, ignora… Acha q ja fazem muito dando a pensão.. Lamentável, triste demais

  17. Nossa!!!

    Tenho um pai assim e que não teve filhos do segundo casamento, o que pensar? Antes um pai morto e um filho cheio de saudades do que ter um vivo me condenando por ele não ter sido pai.

  18. Mas não é possível que vocês sejam tão ruins de leitura assim. O título do texto é “QUANDO O PAI ESQUECE O FILHO DO PRIMEIRO CASAMENTO’ – e é especificamente sobre este caso que discorre a postagem. Não é generalização.

  19. Existem pais ainda piores…. o meu ex se distanciou da minha filha antes mesmo de arranjar uma outra companheira……. o texto tem muito haver com o que meus filhos vivem…

  20. Não concordo que somente o pai abandona seus filhos . Sei de mães que fizeram coisas piores, além de abandonar seus filhos por causa de outros do segundo casamento, simplesmente apagou da memoria que um dia teve outros filhos, ignorando e deixando ao descaso.

  21. como as pessoas tem dificuldade de ler, interpretar e entender um texto. O texto fala de pais que abandonam os filhos. Não fala que todos os pais abandonam os filhos, somente dos que abandonam. E que é uma realidade, é uma verdade, infelizmente. Parabéns ao pais maravilhosos e bons com os seus filhos, é o dever de todo pai ser assim.

  22. Realmente há pais assim,so que há tambem muitas “mulherzinhas” que se dizem mãe e que não dão valor ao homem com o qual era casado e agora só pq esta com outra pessoa e a ex nao aceita e fica usando o filho pra infernizar a vida do cara,ao inves de colaborar para que o pai tenha mais proximidade com o filho.
    Estou dizendo isso por experiencia propria,pois me casei com uma pessoa que ja tem filho e é um excelente pai,um exemoplo mesmo,do tipo de pai que faz ate dividas pra dar tudo que o filho precisa e ate o que nao precisa,e desde que nos conhecemos (e ate antes de nos conhecer<ainda quando moravam juntos) ela inferniza a vida dele com os chiliques que mulherzinha golpista que usa o filho pra arracar dinheiro do ex de todas as formas possiveis e nao gosta de trabahar pra ajudar ele a dar tudo do bom e do melhor pra o filho, e ela quando esta com raiva nao quer deixar ele buscar a criança ou seja ao inves de deixar o pai ter mais aproximidade com o filho ela faz de tudo pra atrapalhar,mas na hora de pedir dinheiro pra ela e usando o menino como desculpa pra o gasto ela é otima.
    Entao,infelizmente a maioria desses pais que após a separaçao e depois de construir outro familia se afastarem dos filho do relacionamento anterio nao é so culpa deles nao,pois a maioria das maes desses filhos "esquecidos" tem culpa por investir em inferniizar a vida do cara ao inves de investir pra aproximar.
    È facil vir com um texto super filosofico julgando esse pais sendo q voce nao esta dentro da casa de ninguem pra saber o q realmente acontece.

    • “ainda quando moravam juntos” como sabe da intimidade do então ainda casal. esta Luana só pode ser a amante que virou esposa e agora é mais uma inconformada por não poder conviver com os filhos do primeiro casamento do agora maridão, chamar exde “mulherzinha” típico de amante que virou esposa , e hoje não suporta o despreso dos filhos do primeiro casamento. homem que abandona filho do primeiro casamento abandonara do segundo do terceiro e assim por diante, isso é um fato uma realidade , ontem foi a ex amanha pode ser você e depois de amanha uma terceira. não se iluda tanto assim ,LUANA.

    • Caro João sou Pai e hoje estou separado, mas nunca abri mão ser Pai pelo contrário, minha filha me falou um dia você é uma Mãe no corpo de um Homem, sou muito presente na vida dela. Mas infelizmente não é isso que na maioria das vezes a LEI determina . No dia da oficialização da minha separação junto ao Juiz, a proposta da Mãe era que eu visitasse minha filha um domingo por mês, perguntei ao Juiz como ser Pai uma vez por mês? Mas bati o pé até conseguir ter visitas a cada 15 dias e o fim de semana todo.
      Agora te pergunto como ser Pai presente se a LEI não permite (ou não permitia)? Preciso de autorização da Mãe para poder ser Pai.

  23. Seria muito válido suas palavras caso não levasse em consideração a alienação parental. As ” mães ” trabalham a mente dos filhos como se elas fossem o centro da atenção, mas não são capazes de produzir um bem estar entre os filhos e o pai. O pai nessa história vira o vilão. Pergunta pra essa mãe quantas vezes o pão tentou passar o dia dos pais com seus filhos, o natal, um fim de semana que ele tenha escolhido. Por suas palavras você não sabe de nada mesmo. Uma crítica sem informação ou você está com muitas amizades femininas. Precisa rever os seus conceitos e se qualificar melhor para postar algo coerente e que seja perto da realidade.

  24. Muito raro ver uma mãe esquecer da existencia do filho pra viver um novo casamento. Mas o contrário tá lotado de exemplos em centenas de varas de famílias por aí….

  25. #desabafo

    Algumas Frases que formam ditas:

    “Eu não queria esse filho, preferia um cachorro”
    “Meu dinheiro é pro meu sustento.”
    “Se me colocar na justiça você vai se arrepender”
    “E daí que o menino ta doente eu não sou médico, ta me atrapalhando, não tenho tempo pra isso!”
    “Que saco, ta querendo falar do menino como pretexto”

    Frases que são escritas em rede social pela mesma pessoa:

    “Meu filho, minha vida”
    “Forte igual o pai”
    “Que saudades do meu pequeno”

    HOJE eu não faço mais questão, quer vir ficar meia hora tirando foto pra postar no Facebook como um bom pai, sem problemas!
    Livre arbítrio.

  26. Cade a psicanalise desse texto? Simplesmente muito mal feito. E sobre quando o pai é afastado do filho do primeiro casamento porque a EX mulher aliena o filho? Isso se chama Alienação Parental e o autor desse texto deve ser um filho alienado… eu vejo muitos pais ‘ausentes’ sofrendo pois não podem ver seus filhos, quem dirá ser pai de verdade! Como vc vai ser pai sendo que a sua Ex condiciona que vc não saia com os filhos?
    Tem muito pai que “esquece” seus filhos pois existe um monstro chamado ex mulher e que também é uma pseudo mãe, pois o papel do pai na formação da criança é extremamente importante, e a mãe que separa o filho do pai é um monstro.
    Caro autor, revise seus conceitos, acho qie vc é mais uma vítima da alienação parental… e da proxima vez, use de fato a psicanalaise para falar de assunto como esse.

  27. O que o texto fala acontece sim em diversos casos, bem como coisas piores. Porém exitem bons Pai que valoriza seus filhos e se orgulham pelo resto da vida, e também existem mães que praticam alienação parental e usa textos assim como defesa para afastar o filho do Pai. Tenho 30 anos sou separado tenho 3 filhos e com 26 anos fiz vasectomia, os meus 3 filhos vão ser eternos para min, Sei o peso que é a justiça referente a guarda de filhos.. ainda bem que o escritor é um poeta porque se ele fosse um parlamentar para escrever leis, não sei se a lei ia ser realmente justa.

  28. São crianças órfãs de pais vivos. São fatos reais. Não sei o porquê as pessoas se ofendem, quando o título já sugere certo comportamento burro e egoísta, dos que não se importam.

  29. Esse texto aborda a questao da falta de conhecimento dos PAPEIS de cada um na familia…da ex-mulher, do ex-marido, dos filhos da primeira relaçao, do novo (a) companheira e dos filhos da segunda relaçao…Devemos tomar conhecimento também dos tipos de violencia psicologica que podem ocorrer no seio familiar como as chantagens, as ameaças, a reduçao da estima com adjetivos depreciativos, a exploraçao financeira depois da idade adulta, os abusos sexuais e se nao uma das piores,a ALIENAçAO PARENTAL ou “conflito de lealdade” que deixa o filho deficiente emocionalmente anulando um dos genitores…A nova familia (o pai e a nova mulher) devem conhecer muito bem os seus papeis e devem adotar os mesmos rituais infantis dos filhos da primeira relaçao nas guardas parentais…o pai e a mae biologica decidem as regras mesmo separados ou divorciados e a madastra ou padastro aplicam o que foi decidido na guarda…todas as familias deveriam saber disso antes de se relacionarem com pessoas que ja possuam filhos…o ideal é a mae ou pai “abandonado” reconstruir a sua vida social seja trabalhando, seja formando uma nova familia, seja criando un reseau de amigos…porque os filhos quando adultos partirao….o ideal é todos conhecerem os seus papeis…uma pena que nao temos uma escola para pais…vejam a supernanny na tv…ela da algumas dicas dos papeis de cada um na familia…

  30. Curioso… a verdade está nos olhos de quem a vê. Em momento algum eu achei o texto generalista. Achei que ele está falando de uma condição específica: A daqueles pais que se esquecem dos filhos quando em uma nova relação. Óbvio que existem filhos que esquecem dos pais, que existem mães que esquecem dos filhos. Mas é uma condição menos comum. E sim, felizmente existem pais que são simplesmente sensacionais. Apesar de qualquer dificuldade é capaz de continuar amando e vivendo por cada um de seus filhos, igualmente. Sendo amigo, protetor e acima de tudo, um grande exemplo. Se cada parte de um problema identifica a sua falha e buscar evolução, existirá solução. Enquanto a minha solução está em culpar o outro, alimentareo apenas a dor e o rancor.

  31. É… e quanto o pai foi pai de pára-quedas?
    Sabe aquela situação em que o fulano caiu no golpe da barriga?
    Nem conhecia a mulher direito, nem sabia se queria ficar com ela…
    E a fdp arruma um filho com ele.
    E aí esse cara tem que amar esse filho.
    E se sente repugnante quando não consegue.

    Há situações e situações.
    A sociedade tem que repensar muitos pontos.
    O principal deles: só tenha filhos se você tiver um relacionamento sólido.

  32. E no dia de hoje, o filho já conta com a maioridade, esposa e filhos. O pai, por sua vez, divorcia-se novamente e só agora sente que precisa se aproximar mais dos filhos do primeiro casamento. O que ele não sabe, talvez, é que a ausência constante acabou por roubar a importância de sua presença. Feliz dia dos pais.

  33. Para quem nao leu direito o título: “QUANDO o pai esquece…” Quando esquece, nao está dizendo que todos os homens esquecem. Mas na verdade, 90% dos homens que conheço e se separaram morrem de medo de pagar míseras penções. Quem tem que criar, educar e bancar financeiramente são as mães e ou os avós. Pura verdade, gostando ou nao, aceitam que dói menos.

  34. Este texto serviu pra mim, aconteceu o mesmo comigo, cuidada dos meus filhos do primeiro casamento pra mãe deles sair, se divertir, fazer cursos que era uma desculpa pra não ficar em casa, e eu neste tempo fui pai e mãe pra eles, um dia me cansei e sai de casa, conheci uma outra pessoa, tive outro filho enquanto os outros não podia vir na minha casa, pq minha atual esposa não gostava da situação, fui me afastando deles, pois preferia que eles não viesse em casa, pra não ser desprezados por ela, com isso se passou 4 anos, hoje que estou tentando me reaproximar deles, e me arrependo cada segundo do que eu fiz.. gostaria que o tempo voltasse pra ter feito outras escolhas, mas como o tempo não volta, vou tentar recuperar o amor e carinho deles.. pois amo muito eles e me arrependo muito por isso,,

  35. Posso dizer como filha. Que depois que meu pai casou novamente,se afastou totalmente de mim. Hoje não tenho contato com ele. Como ele sempre dizia não existir ex filho mas parece que ele se esqueceu disso.

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