A decisão foi tomada em uma votação realizada em 2019, onde 70 pessoas decidiram através da proposta de Orçamento Participativo da cidade, que a iniciativa deveria ser priorizada.

Com a decisão tomada na votacão, a prefeitura teria até o dia 31 de dezembro de 2020 para entregar o instrumento funcionando.

Durante a defesa da proposta vencedora, a população LGBTQIA+ relatou episódios de problemas familiares devido à falta de aceitação da orientação sexual.

“Somos um dos primeiros locais do mundo a ter uma plenária LGBT. Devemos ter resistência e ocupar os espaços sempre”, disse a assessora de políticas LGBTQIA+, Filipa Brunelli.

Filipa Brunelli, assessora de políticas LGBTQIA+ de Araraquara.

A intenção é que o local providencie atendimento psicológico, encaminhamentos e assessoramentos, além de palestras e atividades culturais e sociais.

“É um sentimento de alívio, de felicidade, de vitória, e para a política pública, é um sentimento de contemplação, pois existia essa lacuna na rede. Faço um trabalho forte para evitar o rompimento dos laços familiares, mas infelizmente às vezes isso ocorre, e quando ocorre, não tem um instrumento que acolha essa pessoa. Agora teremos; é uma chance de dignidade e cidadania que será dada para essas pessoas”, disse Filipa sobre a iniciativa.

Segundo informações divulgadas pelo portal Comunicação Araraquara, uma pesquisa divulgada pela Prefeitura de São Paulo em 2016 revelou que 8,9% da população de rua se identificava como LGBT.

Como na época não havia um lugar para acolher essa população, como é o caso do Casa 1 hoje por exemplo, elas eram oito vezes mais vítimas de abuso sexual nas ruas.

Fonte: poenaroda.com.br

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