Ainda bem, eu diria.

Não sei, nem ninguém sabe para aonde vai esse rumo novo, mas ele será diferente.

O amor estava precisado de um susto, os relacionamentos andavam trazendo mais dor que liberdade, mais confusão que proteção, mais apego que afinidade.

Tomara que a gente precise tirar a máscara para beijar direito.

E tomara que a gente tome mais tempo para entrar nos relacionamentos e tomara mil vezes mais que a gente precise de bem mais tempo para sair deles, se assim for mesmo o melhor.

Que a gente entenda que um novo amor precisa se acostumar a amar de novo e isso demora mesmo e que os incríveis primeiros meses são anestesia gostosa para nos dar fôlego para recebermos o pacote completo que virá depois, pois sempre vem e caso não venha, ache estranho.

Todo mundo traz brindes surpresa!

Inclusive você, só para lembrar!

É no brinde que está o prêmio. É no defeito que mora a evolução.

É na implicância que mora a maturidade.

É na aceitação do outro que mora a aceitação de si.

Os amores que dão certo passam mais por proteção externa que interna.


Livro

Passam por isolamentos profundos, acomodações turbulentas, recessões doloridas, revoluções barulhentas e até um pouco antes de levantarem voo eles reclamam, duvidam, estranham e temem, mas não param de correr em direção ao impulso, pois é disso que é feita a vida a dois.

Eu espero amorosamente que tudo que está acontecendo faça de nós melhores amantes, melhores amados, em melhores voos.

Tempo Rei, oh tempo Rei, transformai as velhas formas de viver! .

Texto Claudia Lebie
Ilustração @sabeth_art

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