Antes de mais nada a solteirice não tem nada a ver com a incompetência de se relacionar, mas sim, na escolha de amar a si mais do que ao prazer momentâneo.

Entretanto a realidade é bem distinto.

Amamos a liberdade, colocamos quase como ideologia ser livre e abrimos mão, muitas vezes, da oportunidade de conhecer mais internamente alguém.

Sabemos tudo sobre o amor, mas nunca nos relacionamos além dos toques físicos e superficiais. Contraditório não?

Infelizmente somos incapazes de perceber a importância de se envolver, trazendo para nós um vazio que não pode ser preenchido com álcool, vícios ou práticas egoístas.

Queremos alguém perfeito! Como se chegássemos perto de ser. Aliás, se fôssemos nem estaríamos caminhando nesse plano terrestre.

Engraçado como nós agimos e queremos que os outros ajam.

Paremos para refletir e quem sabe perder essa mania de levar conosco uma perfeição que inexiste. Temos nossas características e os outros carregam o que possuem, respeite.

Não tente encontrar alguém que você deseja, mas alguém que tenha condições de aceitar os seus defeitos, as suas limitações. E quem sabe, COM SORTE, te ame mesmo assim

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Gabriel Capeletti
Professor por vocação, estudante de psicologia por paixão, morador da Serra gaúcha, amante de rimas intrigantes e do poder que cada palavra possui de tocar o coração de uma forma tão singular.



2 COMENTÁRIOS

  1. É sério que eu li isso??? Esse autor está na 4a série primária??? Que horror! Não junta le com cre… nada a ver o título com o texto ! Fraquíssimo!!!

  2. “Não tente encontrar alguém que você deseja, mas alguém que tenha condições de aceitar os seus defeitos, as suas limitações. E quem sabe, COM SORTE, te ame mesmo assim”. Discordo fortemente deste ponto, afinal, dá a entender que devemos aceitar e até mesmo, nos esforçarmos para amar alguém que nos ama. Se o amor é algo leve e que surge com naturalidade, não é justo com nenhum dos envolvidos que algo seja forçado. Claro que devemos reconhecer a nossa imperfeição, no entanto, não acho que seja saudável reduzir o nosso desejo as vontades do(a) outro(a).

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