Antes de mais nada a solteirice não tem nada a ver com a incompetência de se relacionar, mas sim, na escolha de amar a si mais do que ao prazer momentâneo.

Entretanto a realidade é bem distinto.

Amamos a liberdade, colocamos quase como ideologia ser livre e abrimos mão, muitas vezes, da oportunidade de conhecer mais internamente alguém.

Sabemos tudo sobre o amor, mas nunca nos relacionamos além dos toques físicos e superficiais. Contraditório não?

Infelizmente somos incapazes de perceber a importância de se envolver, trazendo para nós um vazio que não pode ser preenchido com álcool, vícios ou práticas egoístas.

Queremos alguém perfeito! Como se chegássemos perto de ser. Aliás, se fôssemos nem estaríamos caminhando nesse plano terrestre.

Engraçado como nós agimos e queremos que os outros ajam.

Paremos para refletir e quem sabe perder essa mania de levar conosco uma perfeição que inexiste. Temos nossas características e os outros carregam o que possuem, respeite.

Não tente encontrar alguém que você deseja, mas alguém que tenha condições de aceitar os seus defeitos, as suas limitações. E quem sabe, COM SORTE, te ame mesmo assim

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Gabriel Capeletti
Professor por vocação, estudante de psicologia por paixão, morador da Serra gaúcha, amante de rimas intrigantes e do poder que cada palavra possui de tocar o coração de uma forma tão singular. É colunista do site Fãs da Psicanálise.


6 COMENTÁRIOS

  1. É sério que eu li isso??? Esse autor está na 4a série primária??? Que horror! Não junta le com cre… nada a ver o título com o texto ! Fraquíssimo!!!

  2. “Não tente encontrar alguém que você deseja, mas alguém que tenha condições de aceitar os seus defeitos, as suas limitações. E quem sabe, COM SORTE, te ame mesmo assim”. Discordo fortemente deste ponto, afinal, dá a entender que devemos aceitar e até mesmo, nos esforçarmos para amar alguém que nos ama. Se o amor é algo leve e que surge com naturalidade, não é justo com nenhum dos envolvidos que algo seja forçado. Claro que devemos reconhecer a nossa imperfeição, no entanto, não acho que seja saudável reduzir o nosso desejo as vontades do(a) outro(a).

  3. Existem pessoas, caro colega, que estão solteiras por opção. Porque gostam de viver assim, pura e simplesmente. Nada a ver com o que escreveu.
    Sua visão está muito limitada sobre o assunto.
    Algumas pessoas simplesmente gostam da opção. Eu sou uma delas. Tenho 43 anos e não tenho interesse de encontrar alguém. Sou feliz assim. Gosto da minha vida como está. Tens que aprender que nem todo mundo segue uma cartilha.

  4. Quem permitiu a publicação deste texto horroroso e sem embasamento NENHUM aqui?!
    Essa página costuma ser bacana…. não deixem cair o nível publicando este tipo de coisa! E recomendo fortemente que o autor vá fazer análise antes de escrever mais sobre vida dos solteiros.

  5. O autor sugere que encontremos alguém que se adapte às nossas condições para então concretizar, através de sorte, o amor. O que há de tão especial nas pessoas para que busquem incessantemente suas exigências nos outros do que se adaptar às exigências alheias? Essa premissa lógica está totalmente equivocada. Partindo do pressuposto da singularidade de cada um, e que segundo o autor, deveríamos buscar alguém cumpra nossas condições, se isso fosse universalmente aplicável, jamais encontraríamos casais num relacionamento. Experimentaríamos um tiroteio de imposições, do qual ninguém estaria disposto a se curvar e atiraria de volta seus padrões, ou seja, apenas ditadores impondo seus respectivos padrões. Seguindo a sugestão do texto, com muita sorte alguém encontraria uma outra pessoa com os mesmos paradigmas impositivos e então viveriam um relacionamento fantasioso; o que nunca ocorreu na realidade. Sem concessões recíprocas, não há relacionamento. Sem vontade de mudar a si mesmo, não há relacionamento. A proposta do texto desvirtua completamente o que é o amor. Primeiro acharíamos alguém que cumpra nossas condições, e então, como se espelhassemos o que somos no outro, encontraríamos o amor. Perceba que o amor promovido é egoísta, é amar as próprias características no outro, é amar a si mesmo. Estamos fartos de guerras de ego, e com a devida vênia, caro autor, o senhor apenas alimentou mais ainda o ode à individualidade. Abraços.

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