O verão por excelência é a estação das mais loucas e ardentes paixões.

Temperaturas elevadas, corpos mais expostos, dias mais longos, pele bronzeada, cabelos mais claros, banhos de mar gelados, férias, sorvete, noites estreladas, churrasco com amigos, água de coco gelada, cerveja gelada, esportes ao ar livre…

Verão é época de curtição, de liberdade, de sensualidade… É época de maior absorção de vitamina D e, consequentemente, de maior bem estar e aumento da imunidade.

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Há alguns estudos que também comprovam que a libido aumenta nesta estação, um dos motivos seria que o calor dilata os vasos sanguíneos, intensificando a irrigação de sangue nos órgãos sexuais.

As pessoas dispostas a viver isso não estão preocupadas com quanto tempo vai durar, não alimentam expectativas futuras; estão apenas interessas em aproveitar ao máximo a companhia um do outro.

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Mas toda paixão de verão tem que necessariamente acabar? A resposta é não. Algumas se transformam em namoros, casamentos… em Amor! Tenho um casal de amigos que se conheceram e começaram a namorar no carnaval de Salvador, por que não?

Mas e se essa paixão de verão não sobreviver a outras estações, quer dizer que não valeu a pena?

Mas é claro que vale! Sempre! Aqueles 2 minutos que seu coração bateu mais forte já são suficientes para valer muito a pena. Inclusive, todos deveriam viver um romance assim uma vez na vida.

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Essas paixões são repletas de momentos mágicos, de aventuras, de adrenalina. São relações leves, simples, fáceis, sem joguinhos, sem mimimi, sem o peso de ter que dar certo.

Ao viver isso você entende que não precisa de “para sempre” para ser inesquecível, não precisa de promessas para ser verdadeiro e nem precisa de saber toda a vida da pessoa para confiar. Você simplesmente confia, simplesmente olha nos olhos, simplesmente vive e simplesmente fica feliz. Ah, o verão…

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Rosa Abaliac
Psicóloga e mestre em Psicologia Social. É colunista do site Fãs da Psicanálise.



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