Não é preciso ir muito longe para encontrar alguém que evita as responsabilidades ou adia os passos, dos quais já foram adiados mais de uma centena de vezes.

Alguns chamam de procrastinação, mas essa, na realidade, é uma característica dessa síndrome.

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Crescer e viver, é assustador às vezes, concordo, mas ficar e estagnar-se é deprimente. São pessoas que negam amadurecer e que são dependentes.

Quando você for se relacionar com alguém que vive no passado; fala sempre em hipóteses; acredita ainda ter idade para repetir erros bobos; não aceita uma opinião diferente da sua batendo o pé de birra; meu conselho? Corra.

Pessoas assim transformarão a relação amorosa em indispensável, e cá entre nós, você não precisa de um “apêndice” inseguro pendurado em você. Elas possuem medo de enfrentar o futuro, então continuam com hábitos dos “bons tempos”, entre porre, pegação e indiferença, existe uma camada de receio, insegurança e imaturidade. Tudo isso para manter a esperança de que o tempo não transcorra e ela possa ser assim para sempre.

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Essas pessoas precisam crescer sozinhas e não é responsabilidade sua ser pai ou mãe de uma criatura dessas.

Sabe aquela criança que esperneia no meio do supermercado por desejar algo que não pode ganhar? É isso que se tornará a relação se você se submeter a se envolver com esse tipo de pessoa. Briga quando não tem o que quer, chora quando desespera, grita na discussão para não ouvir a verdade, igualmente como uma criança mimada.

Se você diagnosticar essa síndrome em alguém é melhor se afastar logo, pois como criança, elas se aproximam e cativam mais rápido do que possamos imaginar.

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Gabriel Capeletti
Professor por vocação, estudante de psicologia por paixão, morador da Serra gaúcha, amante de rimas intrigantes e do poder que cada palavra possui de tocar o coração de uma forma tão singular.



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